E tudo começa tão rápido...
Como se a vida fosse formada por estações, como as estações do ano: passam por várias mudanças e acabam regressando as características iniciais e você é uma flor no meio da grande estação, sensível e mutável, sozinha e inconstante.
Quando nascemos as regras já estão ditadas e você deve segui-las porque é isso que uma 'boa pessoa' tem que fazer e é melhor permanecer assim, porquê você é só uma peça num grande jogo inevitável e desastroso (para quem não consegue trilhar seu próprio conceito) mas isso não quer dizer que é a verdade absoluta, você cria sua própria verdade; eis a verdade.
Claro que nós não nascemos com uma verdade, nossos pais criam algum tipo de verdade, uma espécie de óculos para que enxerguemos como eles ou pelo menos o que eles querem que enxerguemos. Muitos deles tendem a mostrar fantasias, esconder crueldades e deixar a imaginação fluir com benevolência; já a outra parte quer mostrar uma 'verdade nua e crua' (como muitos descrevem mas poucos entendem) como se viver não passasse de uma banalidade, de uma tortura incessante.
Quando criança o óculos que me vestiram foi o da 'verdade nua e crua' mas já com sabedoria pra ter a minha própria verdade eu posso entender o que é essa tão discutida verdade: uma ilusão. Não existe verdade absoluta, ninguém sabe definir o certo e o errado sem equívocos, nossos pais nos passam o que foi passado e incrementado por eles, nós passaremos aos nossos filhos o que pudemos absorver de toda essa 'verdade' e eu pretendo e espero que eu passe algo maior:
Tudo o que você precisa para ser feliz é o clássico e batido clichê, de uma frase que poucos entendem o significado: "Seja e ame você exatamente como você é." Talvez seja a única verdade exata, ou nem seja, mas para mim é tudo o que importa: amor - e esse começa por você.
terça-feira, 18 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Amor e Loucura
A Loucura resolveu convidar os amigos para tomarem um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após tomarem o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- O que é isso? – perguntou a Curiosidade
- Esconde-esconde é uma brincadeira em que eu conto até cem e vou procurar.
- O primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
- 1,2,3... – a Loucura começou a contar.
A Pressa se escondeu primeiro, em qualquer lugar. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa da árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não achava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele, debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver a Loucura que já estava no noventa e nove.
- Cem... – gritou a Loucura
- Vou começar a procurar.
A primeira a aparecer foi a Curiosidade já que não agüentava mais, querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima do muro, sem saber em qual dos lados se esconderia melhor. E assim foram aparecendo, a Alegria, a Tristeza, a Timidez. Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurar. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho, começou a procurar entre os galhos, e de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com o espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu servi-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas. Desde então e até hoje, o amor é cego e a loucura sempre o acompanha.”
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- O que é isso? – perguntou a Curiosidade
- Esconde-esconde é uma brincadeira em que eu conto até cem e vou procurar.
- O primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
- 1,2,3... – a Loucura começou a contar.
A Pressa se escondeu primeiro, em qualquer lugar. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa da árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não achava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele, debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver a Loucura que já estava no noventa e nove.
- Cem... – gritou a Loucura
- Vou começar a procurar.
A primeira a aparecer foi a Curiosidade já que não agüentava mais, querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima do muro, sem saber em qual dos lados se esconderia melhor. E assim foram aparecendo, a Alegria, a Tristeza, a Timidez. Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurar. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho, começou a procurar entre os galhos, e de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com o espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu servi-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas. Desde então e até hoje, o amor é cego e a loucura sempre o acompanha.”
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