terça-feira, 29 de outubro de 2013

The parts of me that aren't all that pretty...

  Mais uma vez o final do mês pegou minhas raízes de jeito e trocaram os negros cachos por loiro condescendente!
  Passaram-se meses e é como se eu não tivesse me dado conta de nenhuma mudança ou constância. Meu universo pausou em um jogo que continua mesmo com a tela congelada.
  A psicóloga ainda insiste na minha tendência de banalizar pessoas e qualidades;, na minha tendência de me atrair pelo não correspondido, pelo medo de sentir ou pelo simples prazer masoquista mesmo.
  Passei as últimas semanas sem conseguir pensar em nada além de faculdade e necessidade de arrumar um emprego. Hoje, finalmente eu apresentei o interdisciplinar da pior maneira possível. Entre mãos tremulas, pernas sem controle e risadas histéricas de quem obviamente está fora de controle! "Não chore, Ana. Se controle... Você sempre agiu de forma madura, o que está acontecendo?" Ó, céus... Se eu ao menos soubesse que tipo de doença, vírus, bactéria ou problema psíquico me atacou. É uma doença sem sintomas aparentes, onde tudo está ao contrário e sem graça.
  É incrível a minha recém descoberta habilidade de não sentir desejo, não possuir libido e menos ainda tesão em pessoas que há alguns meses atrás, me matavam... Ah, estou me tornando uma árvore humana e passando por um processo de fotossíntese intenso. Façam uma lobotomia nas minhas folhas, agora! Agora! Agora! Preciso de uma cura já que a pansexualidade não me atrai, neither.
  Pensei várias vezes em ir para o Tibeti e trabalhar meus chakras em busca de uma solução na doença que tem nascido em mim: Síndrome da morte de Ana Drama. Sim, esse é o nome da doença, eu acabei de tirar uma licença poética para criar isso. Acho necessário depois de tudo o que ando passando.
  Quando me abraçam eu sinto uma pequena regurgitada na boca do estômago, me causar refluxo. Quando me elogiam ou se declaram é aquela velha sensação de "Cara, você não acabou de fuder com tudo... Puts, como você é energumeno, velho.". E o pior, quando eu finalmente penso que estou perdidamente apaixonada... É como se eu tivesse uma pica de três metros de altura que nem com toda a corrente sanguínea do universo, conseguisse ficar ereta; está perdidamente morta. Melhor, a minha vida emocional se encontra como uma casca de múmia velha que nem com os livros dos mortos conseguiria reencarnar. Chateadamente grilada!
  Por fim, a única sensação constante na minha vida é a vontade incontrolável de urinar e rir ao mesmo tempo. E como o amor correspondido nos dias de hoje, é algo humanamente impossível. Quem diria que os relacionamentos se assemelhariam tanto ao meu canal urinário. Viva o xixi e os amantes que não puderam se fazer presentes! <3 br="">

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Autoflagelação semeada é autoflagelação colhida.

  Nostalgia da embriaguez disfarçada dentre delírios sóbrios, escondendo verdades sobre minha fingida estupidez.
  Passada a hora de continuar sendo uma marionete controlada pelo medo de ser julgada e criticada por quem simplesmente não está nem aí para você; sente-se e acompanhe o desenrolar da reflexão mais batida que já houve na história desse blog.
  Àquele sentimento infantil de rejeição, não compreensão e repressão; um brinde! Um brinde a vida e a sua ironia constante. Depois de algum tempo, percebi que a opinião dos outros afeta a todos. A questão é a maneira que você reage a isso... E por favor, que todas as águas dos céus caiam sobre minha cabeça se eu disser bobeiras imperdoáveis; estou prestes a isso.
  Puts, sabe aquele sentimento horrível que você carrega consigo durante a 'the walk of shame' que normalmente são as manhãs ensolaradas depois de uma noite de bebedeira e pegação? Seu templo foi invadido por estranhos que não conheciam ou respeitavam seus ideais religiosos e filosóficos. Odin, porquê permitimos que destruam e desestabilizem nossos templos dessa maneira? Tédio! É isso, é o tédio interminável. Uma busca incessante por adrenalina, aventuras, por algo que gaste seu tempo e sua ansiedade; quando você se dá conta está em alguma cidade distante com 35 centavos e uma garrafa vazia, chorando sobre como você não se lembra quem queimou suas madeixas cacheadas.  It's not life that sucks, it's your behaviour.
  Não satisfeita, vai em busca de não 'correspondência'... Porquê no fundo entende que não há necessidade de passar por isso, mas o sentimento de vazio e desmazelo alivia o tédio infinito e a necessidade de caos. Então, escolhe a dedo o pior partido que possa existir - não que realmente seja o pior, mas é simplesmente o pior partido para si naquele exato momento; aquele que na sua forma fria e seca, corresponde as vezes, sabendo que não é bom evitar ao máximo para que possa ser mantido um step amoroso. E o motivo da insistência? É a tensão, a graça, a aventura, o incerto que o jogo transmite. Porquê no fim é um jogo, um jogo que após ser zerado se perde completamente o interesse e se sai em busca de um novo. Tudo é muito reciclável e substituível; principalmente os amores não correspondidos.
  Após a sua tortura sentimental, é hora de ir contra todos os seus ideais pacíficos e amigáveis. Entra em uma discussão ilógica sobre tabus que sempre odiou, julgando pobres alienados configurados por padrões sociais banais. Ó, se a vida fosse simplesmente isso! Mas não, ainda não se dá por satisfeita. Existe a necessidade de demonstrar seus ideais em uma proporção além...
  É hora de reciclar amizades. E não compreenda isso como algo penoso ou ruim, faz-se necessário certas vezes. Amizades são recicladas por não preencherem requisitos: lealdade, comunicação, sinceridade e caráter - cada vez mais complicado achar alguém com tais requisitos. Nem eu me encaixo. Mas não vejo necessidade em lidar com pessoas iguais a mim, as a matter of fact, pessoas iguais a mim possuem todos os requisitos de inimigos. E eu acho que essa resolução pode ser levada ao divã na próxima consulta.
  Autoflagelação semeada... Vejamos como será colhe-la.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Life is a bet.

  Aquela mania absurda de sempre apostar em algo minimalista tudo o que pode significar viver. Dar um trago no palheiro enquanto penso "se ele apagar, life sucks" e então me dou conta de que apostei pesado. Diante de atos óbvios, de coisas que são predestinadas, coisas que você sabe como terminam; você aposta tudo porquê espera que o universo te corresponda e te diga como agir. É a falta de vontade em tomar iniciativas, decisões, assumir erros e ser.
  Eu encaro a parede do meu quarto enquanto amenizo mentalmente minhas condições atuais. É, eu sou uma extremista. O maior problema em ser uma pessoa que se segura forte à ideais e princípios é que quase nunca eles fazem sentido a outrem. E se sua força faltar por alguns instantes, é ladeira abaixo...
  Houveram épocas que escrever era suficiente porquê eu sabia exatamente como me expressar e ser compreendida. Já li em inúmeras biografias de autores incríveis que eu admiro, falando sobre como eles sofreram bloqueios por algum tempo. Audácia comparar situações, mas é... Que seja apenas mais uma das muitas fases que eu sempre passo.
  Minhas verdades diante meus problemas interpessoais se tornam banalidades que eu ojerizo por inúmeros motivos. Não devo, não posso, não permito que abalem o meu mundo quando entro em choque com o mundo de outras pessoas; apesar de inevitável.
  A intimidade é uma droga superestimada e utilizada como arma de defesa e ataque em nossas batalhas futuras. Tudo se torna guerra, independente do quão modesto seja.
  O conforto, mesmo que em qualquer aspecto; acaba em determinadas situações e o seu chão é minado de emoções cabulosas e fatais. Tudo me incomoda. Tudo me faz apostar em algo que faça melhorar. Eu aposto comigo mesma sobre o quanto eu cresci e regredi, e parece uma luta constante ao não saber dizer o que realmente acontece.
  Eu utilizo muitas gírias para facilitar a entrada no meio social, sou dessas. Me julgue. Eu falo muito palavrão por não possuir jargões melhores para me expressar. Eu falo muita besteira e coisas banais já que a vida não é uma piada até que você a faça!
  Sinto nojinho de pessoas que convivo por muito tempo. Começo a enfatizar defeitos e priorizá-los, perdendo completamente o interesse e o respeito. Cadê a droga da pílula que pode fazer isso ir embora urina abaixo? Não veja nenhuma dessas na revistinha da Herbalife. Vamos lá. Ajudem os doentes sentimentais!
  Eu perco amizades, as torno inimizades na mesma proporção que as faço: level expert. A vida se torna um jogo em questão de palavras ácidas e rancorosas. A vida se torna amável na proporção que eu inspiro ódio e expiro liberdade, sempre tornando sensações banais e sensações incríveis em experimentos.
  Por fim, eu continuo apostando tudo o que eu penso ter e ser em tragadas e viradas de copo. E banalizar a vida é simples quando se perde o interesse em tudo o que um dia já foi substancial à você.
  A graça do jogo é continuar buscando algo que te faça sentir como sentia ao ouvir 'King of Pain' e chorar por se identificar o suficiente ao ponto de achar que tem um laço inquebrável com Alanis Morrissette (e eu nunca sei qual letra duplicar)...
  Go, and throw your bet!

domingo, 13 de outubro de 2013

F. Y.: Feeling Young!

"Oi, eu estou bem aqui na sua frente, mas você insiste em não me ver. Tudo bem, opção sua, cada um enxerga o que quer. O problema é quando você, sem ter idéia de como sou, resolve dar a sua visão sobre mim. Talvez você não se enxergue também, antes de mais nada – e assim me tire por parecida contigo. Errando completamente. Para começar, eu faço questão de ver as pessoas ao meu redor, e isso faz toda a diferença do mundo. Percebo que todos têm algo de especial, estando aí a graça. Percebo belezas que não são minhas, estando aí o prazer.
Percebo inclusive você, parado bem na minha frente, desviando seu olhar para lá e para cá, nervoso com a minha presença, estando aí o ridículo.
Veja bem, não há o que temer em mim. Não quero nada que seja seu. E não sou nada que você também não seja, pelo menos um pouquinho.
Você não precisa gostar de mim para me enxergar, mas precisa me enxergar para não gostar de mim. Ou gostar, e talvez seja exatamente isso que você tema. Embora isso não faça sentido, já que a vida é bela, justamente, quando estamos diante daquilo que gostamos, certo?
Não vou dizer que não me irrita essa sua cegueira específica com relação a mim, pois faço de tudo para ser entendida. Por todos. Sempre esforço-me ao máximo para que isso ocorra, aliás; então, a sua total ignorância a meu respeito, após todo esse tempo, nós dois tão perto, mexe, sim, levemente, com a minha paciência.
Se for essa a sua intenção, porém, mexer com a minha paciência, aviso que anda perdendo sua energia em besteira, pois um mosquito zumbindo em meu ouvido tem um efeito semelhante. E, se me dou ao trabalho de escrever esta carta para você, é porque sei que você também não será capaz de enxergar o que há nela.
Explicando melhor: preferiria que você me esquecesse, mas até para poder esquecer você vai ter que me enxergar. Enquanto não me olhar de frente, ao menos uma vez, ao menos por um segundo, vai continuar assim, para sempre, fugindo sistematicamente da minha imagem – um escravo de mim, em fuga constante, portanto.
Pode abrir os olhos, vai ver que não sou um bicho-de-sete-cabeças. Sou bem diferente de você, como já disse, mas isso é ótimo. Sou melhor que você em algumas coisas, pior que você em outras – acontece. No que eu for pior, pode virar para outro lado; no que eu for melhor, cogite me admirar. “Olhos nos olhos, quero ver o que você faz...” Sempre quis cantar isso para alguém. “Olhos nos olhos, quero ver o que você diz...”
Pronto, um sonho realizado. Já estou lucrando com a nossa relação, só falta você. Basta ver o que eu posso lhe mostrar e enxergar o que eu posso ser para você."


The best writer ever: F.Y.

Fuck you, L.

  Caro, blog azedo-chato-redundante-não-gosto-de-reler-o-que-escrevi-por-saber-que-são-asneiras-precoces-e-infantis-beijos; voltei - como se eu não estivesse escrevendo minhas chatices na frequência exata.
  Sinto todas as angustias do mundo em mim. Pedi para a psicóloga trocar a palavra 'vazio' por 'lacuna a ser preenchida com comida e cigarros'; me sinto mais confortável dentro do meu contexto.
  Tem sempre um cara. É incrível! Não, espera. Na verdade, eles nunca são o motivo concreto; nunca são suficientemente especiais para me afetar em algo, mas o fato de não se importarem se afetam ou não, me irrita. Profundamente.
  Mas é, sempre tem uma música. Não, são inúmeras músicas. É música demais para me identificar! Tanta, tanta, tanta; que me sinto pura melodia sem letra. Triste e deprimente.
  Logo chega um filme. Sempre tem um filme. Sempre tem um livro. Me sinto muito Cristiane F e depois me sinto muito Emma, depois muito Esther e por fim, Eleonora. Quero que se fodam todas essas influências sobre minha mente fraca e submissa à exposição
  I'm a backstabber lady! E bem que eu queria perdidamente ser assim... Eu me importo demais. Não, espera. No momento, eu me importo demais. Mentira, nem estou me importando nesse momento! Ah, foda-se o que eu ia dizer sobre como eu me porto de uma maneira, me descrevo de outra e sou vista por outra completamente diferente. Hey, sou um camaleão. Faça-me sorrir e te dou uma moeda.
  Não, o título não diz respeito ao 'L' e por favor não me faça falar sobre quanto nomes eu adoraria escrever naquele livro. Me sentindo bem serial killer depois do 1º episódio pseudo-feminista-retardado de AHS. Mas ok, enfim, tudo bem, vamos lá...
  Blog, chega! Chega de me humilhar para caras que agem como babacas, possessivos, loucos, descontrolados, que não se importam, que me ignoram, que me enchem o saco e que por fim me enchem de tesão. Fodam-se eles! Quero os românticos! Que venham mas esses merdas nunca chegam por eu ser grossa demais todos! Beijos e até.

sábado, 12 de outubro de 2013

Spaghetti Head, that's me.

  Oh, you go, you grow, you flow, you know; we're just like everybody else. They turn your head into spaghetti and they're cooking your brains out!
  And if you're still breathing, you're the lucky one cuz' most of us are heaving through corrupted lungs.
  Oh, but I'm the one collecting names of the lovers that went wrong. And if you're in love, then you are the lucky one 'cause most of us are bitter over someone that isn't here anymore. Setting fire to our insides for fun, distracting our hearts from ever missing them. But i'm forever missing him... My mind goes to december, and the friday 13th is coming.
  Be quiet, bitch. You don't know what you're talking about.
  Oh, there's an old man in need on the ground, i try not to make a sound. He holds out his hand as i walk away, i hear him say: "Please don't be a stranger in my place!"
  What if i could be what you wanted me to be?
  What if i could see what you wanted me to see?
  Come on and show me how to fit in your body... I might have a spaghetti flexibility, you know?

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

When I was a broken soul... Still.

"I don't wanna hurt you. I don't wanna make you sway."

  As cortinas se fecharam quando a peça terminou mas continuo sentada esperando por um final diferente. Would you lay with me and just forget the world?
  Those three words, she said too much and it's not enough...
  Diante de coisas muitos ruins, volto a cair de amores pelas coisas que são ruins. É aquela descrença de que realmente exista algo bom.
  Eu simplesmente odeio ser surpreendida pelos meus personagens preferidos! Eu odeio aquela expectativa - que eu tento evitar com todas as forças; que nunca auxilia ou acrescente, simplesmente destrói quando nada segue da forma que eu quero.
  Eu continuo viciada em Veronica Mars. Eu continuo com minhas neuroses e os pensamentos ruins voltaram em uma tentativa de deter o sentimento de incompletude.
  Minha auto análise anda falhada e meu senso crítico intenso. Tudo me irrita, machuca e desaponta.
  Diante da solidão, qualquer companhia parece boa o suficiente.
  Eu odeio o mundo! E o meu drama! E o fato de não mais senti-lo como um sentimento mas sim como uma idiossincrasia. Eu odeio me expressar além do que pulsa dentro da minha mente.
  Eu odeio quando o papel higiênico está do lado errado. Eu odeio quando usam o meu sabonete para acne nas mãos. Eu odeio quando compro condicionador achando que é shampoo. Eu odeio que mexam na minha bagunça; principalmente a psíquica. Eu odeio perder os meus foninhos de ouvido e ainda mais quando um dos lados para de funcionar. Eu odeio quando fazem críticas a maneira que a Tati escreve! Eu odeio quando a Fernanda Young demora para escrever algo - sim, tenho odiado bastante. Eu odeio escrever mais do que 10 coisas que eu odeio - o clichê me fascina!
  Eu queria romance... Sim, eu sou uma feminista-porra-louca-grossa-ogra-sem-educação-que-fala-grosso-e-não-se-importa; mas antes de ser isso tudo, eu ainda sou a retardada de 19 anos que não consegue chorar com sua vida mas se derrete em "Ps. Eu te amo". [...] E não relacionamento!
  Como eu sempre disse, eu sou apaixonada no "pré-amor". Aquela troca de olhares que você pensa que é algo super não recíproco e foi um mero acaso os olhos dele passarem pelos seus. Quando você menos espera, ele vem em sua direção com aquele sorriso de quem pode sofrer de stalkismo como você. Suas mãos suam e você sente um pigarro na garganta que desce para barriga e abre os casulos de várias borboletas desengonçadas como você.
  São sintomas de pré-amor... E eu não os sinto há muito, muito tempo. Sempre que eu os senti, nunca se tornaram nada recíproco mas eram muito melhores que qualquer rotina que eu possa ter criado em algum relacionamento. É o mistério, a caça, o jogo, o flerte, a paixão e todos aqueles sentimentos que você guarda para si e os sentimentos que você imagina que ele tem; que fazem tudo tão especial no pré-amor.
  Por fim, a solidão me enlouquece mas eu sei que é necessária - então, eu desliguei o celular para me impedir de qualquer ato impensado; já que eu preciso me reencontrar e conseguir estabilizar o meu equilíbrio sem ter ninguém por perto.
  Depois disso, eu posso ter muitos pré-amores que não acabem em frustração (e eu não digo só por mim).
  Segue agora a melhor música ever!


domingo, 6 de outubro de 2013

She and The Diamonds.

Every boyfriend is the one until otherwise proven
The good are never easy, the easy never good
And love it never happens like you think it really should
Deception and perfection are wonderful traits
One will breed love, the other hate
You'll find me in the lonely hearts
Under "I'm after a brand new start"
And I don't belong to anyone!
Girls and their curls and their gourmet vomit
Boys and their toys and their 6 inch rockets
We're all very lovely 'till we get to know each other
As we stop becoming friends and we start becoming lovers
I'm only happy when I'm on the run
I break a million hearts just for fun
I guess you could say that my life's a mess
But I'm still looking pretty in this dress
I'm the image of deception
When everything is life and death
You may feel like there's nothing left
Instead of love and trust and laughter
What you get is happy never after
But deep down all you want is love
The pure kind we all dream of
But we cannot escape the past
So you and I will never last...