terça-feira, 12 de março de 2013

Após a discórdia o silêncio...

  E é como mais uma daquelas reflexões em que eu lastimo:
  "Onde foi que começou o meu vacilo?" - e eu me lembro que definitivamente não sou fácil de lidar, mas só lida comigo quem quer. Nunca implorei ou implorarei amizades. Fica por mim, quem gosta.
  Mas é triste perceber que as vezes por mais que eu não vacile, ainda existam amigos que deixam a desejar demais. Simplesmente demonstram que não são amigos e ponto, fim da história.
  Como agir? Eu me pergunto... Mas é isso, traçar novos caminhos, escolher novas pessoas, seguir rumos nunca seguidos antes e ser eu mesma sempre; a Blancato - personalidade forte, engraçada, estúpida, sarcástica, ácida e por fim, amorosa. E repito, fica por mim quem quer, lida comigo quem gosta e eu nunca precisei brigar por amizade. Além do mais, o mundo tem tanta gente que dá para reciclar amigos diariamente e continuar com um circulo grande de amizades...
  Amém!

terça-feira, 5 de março de 2013

Le amor...

  Caro blig-blog-blogger-pseudodiário-que-muda-sempre-e-nunca-me-lembro, como é um saco eu sempre voltar e dizer a mesma coisa sobre tudo: o amor sucks, o amor é lindo, o amor me alimenta, o amor me domina, o amor me mata, o amor me desanima, o amor é rio, o amor é quente, o amor é frio como pedra que quebra dente. TUNTS-TÁ! Beijos para quem tem uma relação homoafetiva e supera os parâmetros de um relacionamento contemporâneo no meio hétero...
  Mas e é isso, blog. Cá estou eu, me redimindo novamente, dizendo pela milésima vez que essa será a última das minhas tentativas nesses relacionamento conturbado que eu tanto aprecio estar.
  Dessa vez, percebi que amo mais os defeitos dele - pena que ainda mais a vontade de querer mudá-los; percebi que somos tão diferentes intelectualmente quanto iguais no gênio; percebi que não é simplesmente lindo, mas também magnífico saber que enquanto eu questionava minha dor no silêncio da minha solidão, meus pensamentos poderiam estar encontrando os dele em algum plano paralelo de amores sofríveis... E viva os geniosos, orgulhosos, irracionais e briguentos que não conseguem estabelecer um elo de comunicação e assim poupar a sociedade da contínua mudança de status no facebook. Bom, novamente, foda-se a sociedade. Eu gosto é do complicado, eu gosto é do intenso, eu gosto é desse amor, gosto de nós dois de rostos colados enquanto brigamos por pizza ou sanduíche, gosto dos insultos inocentes dele quando diz 'Não tem necessidade de você ser assim' - e no fundo ele sabe que não me amaria tanto se eu não fosse tão complexa assim; e por fim, eu gosto do Weverton. Eu amo cada característica nele, cada decímetro daquele cabelo mal cuidado, cada fiapinho de semi-barba rala que ele tem, eu amo simplesmente o fato de amá-lo e por mais que eu seja assim - complicada, neurótica, paranóica, controladora, impulsiva e bringuenta; é significantemente belíssimo ser correspondida pelo meu completo oposto, um cara desligado, machista, palhação, ingênuo e todas as características que poderiam nos diferir possíveis nesse mundo! E assim, eu início mais uma etapa desse nosso relacionamento que se prolonga - entre idas e vindas, mas sempre com amor; como uma nova pessoa, com novos objetivos, com uma perspectiva melhor de como me portar em um relacionamento, aprendendo com os erros do passado e lidando com o presente de uma forma tranquila. Amém, Gregory House! (cada um com o seu Deus)