quarta-feira, 13 de novembro de 2013

The Robin!

Depois de tudo o que eu senti com o 'The Robin' finalizando o Playbook do Barney. (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10200218774494788&set=a.2550847653232.146520.1315095453&type=3&theater)

Agora, tudo ficou absurdamente extraordinário e eu me arrependo em ter dito algumas vezes que a série andava deixando a desejar...



E agora é um lema: "Do you wanna win or keep playing?".

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Hard out here for a bitch.

Hard out here for a Ana, too.
Blog, caro maldito-arrogante-petulante-cheio-de-baboseiras-adolescentes-blog; eu sei o tanto que é um saco o fato da minha solteirice e forever-alonice te afetarem diretamente. Supere, você tem esse propósito.
Sabe, eu modifiquei a história da minha vida para quando me perguntarem sobre o meu pai eu poder resumir de forma objetiva: "Não, não tenho pai."... Sem me orgulhar, apenas encarando a realidade em distintas proporções.
Então, modifiquei a história com minha mãe e família, colocando-os nos patamares 'necessário' e 'amor'; sem remoer tudo o que houve.
Pois bem, na hora de falar da droga do único relacionamento que eu tive na vida, eu ainda não sei exatamente como falar. It's hard out here for a bitch, you know?
Como explicar aos seres que convivem com você por falta de opção que você é uma selfless bitch? Mas de fato, se ser a favor de tomar decisões e agir da maneira que eu quiser e bem entender me torna uma vadia fria, que eu seja. Amém!
Não que seja bonito aos olhos de quem sofre os efeitos das minhas atitudes, obviamente não é. Mas se não é o que eu quero no momento, não planejo nada com isso, não anseio... É uma decisão óbvia e basilar. Lamento, cara, vaza!
A questão mesmo é o peso de ser quem você é. Porquê diante àqueles que me veneram e admiram, eu sou uma idealista. Eu tenho meus princípios e valores, me atenho à eles. Diante dos caros inimigos ou simples desconhecidos ou pior: MACHISTAS, eu sou uma vadia sem coração ou sem perspectiva na vida ou indigna de amor e respeito: "Você deve se portar, agir de determinada maneira, guardar seu 'jardim secreto' para um homem de preferência branco e ortodoxo que tenho pêlos, mas você nunca ouse tê-los; e que obviamente vai sustentar a casa e deixar bem claro quem segura e quem veste a coleira. Não deixe seu cabelo descuidado, cuide do seu peso - mostre os ossos do seu corpo e não seja uma modelo GG; cuide da sua pele e unhas, seja uma princesa! Uma princesinha em seu lindo cavalo branco rumo ao esquecimento dentro de seu castelo misógino e maldito. E por fim, sorria. Sorria, porquê essa é a vida que todas as 'princesas' pedem a Deus e seguem todos os dias de sua vida vazia pela falta do seu 'princípe' lamentando o fato de não ser auto-suficiente. Sorria, porquê você é mais uma cabeça fraca de alma corrompida pelas loucuras que os padrões impõem. Sorria, porquê você não é mais a Ana; você agora é o que nós queremos que você seja. Então, sorria com seus dentes brancos pelo clareamento e a falta de tabaco; coloque seu maior salto e um tubinho, vista a máscara de santa do caralho e segure na mão do puto do seu namorado, lembrando sempre que você deve muito a ele já que ele te aceitou mesmo sabendo seu passado."
E meu saco minha pepeka a la Picasso não tem paciência para tanta babaquice. Foda-se o mundo, ta foda ser uma vadia nessa porra.

domingo, 10 de novembro de 2013

Still not feeling you...

Mais um domingo e já não sinto sua presença em lugar algum nessa droga de lugar.
Sua face esvai-se entre todas as memórias que eu já não tenho sobre nós dois.
Seu cheiro se tornou irreconhecível entre os milhões que tenho sentido diariamente.
Sua risada ainda ecoa quando ouço alguma piada que seria típica de você.
Não tenho mais aquela vontade insaciável de te abraçar e implorar por uma reconciliação.
Suas mãos, que eram a minha parte preferida do seu corpo; já não me iludem com carícias e sensações que não passavam de terminações nervosas extremamente sexualizadas.
Você já não me excita e finalmente posso sentir fluir, novamente, a poesia em mim.
Sou minha, excepcionalmente minha. E não no sentido onde há exceção, apenas anormalmente, por fim.
Não existe mais aquele planejamento apressado onde eu deveria chegar a tempo em sua casa para que pudéssemos ficar abraçados na sua cama, rindo de algum anime idiota que você adora e que eu simplesmente me adaptei por te amar o suficiente para isso. Antes que passasse True Blood e você dissesse que teria que ser uma rapidinha porquê tinhamos que acordar cedo na segunda...
Aquele medo de te perder para o acaso ou destino. Ou que você conhecesse alguma garota que te abrisse os olhos e te fizesse perceber que eu não era tão especial assim. O medo de não ser boa o suficiente para você, se foi. Permanece apenas a sensação de que você não é mais o suficiente para mim.
Seu desmazelo e suas expressões sujas para me definir, nunca me fizeram falta.
A falta das pressões que eu te fazia passar tentando conseguir alguma reação romântica ou patológica, me liberta.
O controle e ciúmes que eu colocava na relação se converteram em solidão amorosa e criativa.
Sinto falta da sua amizade e dos seus conselhos que nunca condiziam com a minha realidade. Sinto falta das nossas tremendas diferenças nos acrescentando novas características dia após dia.
Me deprime pensar que muitas vezes me pego pensando em você, sabendo muito bem que em nenhum momento você pensa em mim. Já que esse foi um dos fortes motivos que levou nossa relação ao final. Não por amor, mas por orgulho.
Lamentavelmente, somado a tudo isso vem a antipatia... A antipatia criada por caras que pensam que podem algum dia me conhecer tão bem quanto você. E não confunda isso com recalque ou saudades suas. É apenas preguiça.
Eu sinto uma angustia tremenda quando me vejo forçada a voltar ao mundo das conquistas e lidar com caras inseguros, seguros demais, fingidos, forçados, ninfomaníacos, assexuados, chatos, cultos demais, burros demais, fúteis demais, desligados demais, apegados demais, geminianos, arianos, sagitarianos, babacas, com algum defeito simples que me leva ao nojo em poucos segundos, otaku, viciado em futebol, punk, roqueiro, pagodeiro, comum, sem graça, hippie, da ufu (os piores), da uniube (santo pai!), da roça, do caralho a quatro, filhos únicos, irmãos do meio, irmãos mais velhos, caçulas, machonheiros, bebuns, caretas, bitolados, vazios e pra terminar... qualquer um que não seja você. Não pelo fato de ser você que eu quero, mas por te conhecer tão bem e vice-versa; sem que haja a pressão do 'vai que rola' porquê a gente sabe que sempre rola.
Mas por fim, eu continuo não sentindo você e sim as mudanças que aconteceram a você nos últimos anos que levaram a pessoa que eu amava. E é um saco ter que dar o braço a torcer e gostar de alguém novo.
Porra, eu sou uma regredida fixada. Me dope, doutor. Quero vicodin na veia, agora. Adeus, amor desgastado que não abre espaço para mais nada.

How Soon Is Now?

I am the son and the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir of nothing in particular
You shut your mouth. How can you say
I go about things the wrong way ?
I am human and i need to be loved
Just like everybody else does...
 
There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die
When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See, i've already waited too long
And all my hope is gone
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am human and i need to be loved
Just like everybody else does!



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Saddy's last boyfriend.

Lisa: Hey, did you know that Saddy's last boyfriend died and everyone thought she killed him? That was before they thought she was pregnant with his baby.
Strange pour boy in love with Saddy: If you ever kill me, I can only hope you'll keep our murdered baby!



E ainda me perguntam porquê assisto séries teenagers da MTV... tsc, tsc.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Metas e Meth!

Quantas vezes eu já encarei essas paredes amareladas pelo tempo que já moro no mesmo apartamento e finalmente resolvi colar palavras encorajadoras ou pelo menos que deveriam...
É uma lista de metas a se seguir em determinado prazo. Aparentemente, uma boa ideia para pessoas sem iniciativa ou 'perspectiva de vida'; nem ouso mais me encaixar em tais padrões.
Tudo parece fluir de uma forma inacreditável e aquele velho sentimento que apertava logo atrás das costelas, me dizendo que mesmo que tudo esteja bem vai acabar mal; passou...
E talvez isso seja crescer. (?)
Há algum tempo cheguei a conclusão épica de que tudo o que não me acrescenta não tem necessidade de permanecer na minha vida e quanto tentei apagar tudo, percebi que não sobrava praticamente nada... É realmente preocupante o tanto que consigo afundar em proporções desastrosas e esperançosamente esperar me levantar sem sequer um empurrão. Como se algo do além, do fundo do universo ou do coração de alguém que me ame em silêncio; pudesse me resgatar de onde estou.
Mais lamentável foram as últimas tentativas de entorpecer minha mente e calá-la apenas por orgulho bobo e medo de encarar a realidade. Porra, me tornei uma hipócrita que julgava bastante alcóolatras e drogados, de qualquer tipo. Tinha aquele pensamento onde o meu corpo é meu templo e que sempre mereceu respeito, assim como eu respeitava meus sentimentos. E onde tudo isso acabou? Eis a questão.
Cansaço social... Tenho usado bastante essa expressão tentando me enganar de que meu cansaço não era de mim. Das minhas atitudes hipócritas. Dos meus valores e princípios sendo despejados efeito abaixo.
Caralho, chega. É 1:13h da matina e eu percebo a hesitação em dormir para ter que levantar em poucas horas e encarar as almas perdidas da minha sala de faculdade; percebendo por fim que sou mais uma dessas malditas almas. Sem perspectiva.
Blog, há alguns dias eu achei um email que eu costumava trocar com o PC na sétima série. Foi nostálgico, engraçado e deprimente. Eu era apaixonada no Matheus, tinha ciúmes da Marcela e sofria recalque pelo Pedro. Nem me lembro mais da face dos nomes citados acima! Não vejo há muitos e muitos anos, mas o sentimento de saudades foi inevitável e feliz. Mas, eu não queria voltar e eu não queria mudar nada. Foi tudo como tinha que ter sido...
Minha paixão incontrolável pelo Matheus - que eu costumava chamar de Meth, fazendo analogias bobas a como o meu amor por ele era como uma droga, na minha mente, sempre.
E o passado é lindo quando é apenas uma lembrança, já que me lembro de pensar que eu era a menina mais depressiva e bizarra do mundo; que hoje me traz saudades e boas gargalhadas.
Bom, vou dormir... A Pamkeka vem me buscar para irmos juntas. Ela ameniza a minha falta de vontade em encarar a galera da faculdade. E sim, eu sei que é estranho começar a dar nomes e citar como se você realmente entedesse o que eu digo, mas foda-se. Você me pertence e faço de você o que quero. Adeus.