Depois de tudo o que eu senti com o 'The Robin' finalizando o Playbook do Barney. (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10200218774494788&set=a.2550847653232.146520.1315095453&type=3&theater)
Agora, tudo ficou absurdamente extraordinário e eu me arrependo em ter dito algumas vezes que a série andava deixando a desejar...
E agora é um lema: "Do you wanna win or keep playing?".
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Hard out here for a bitch.
Hard out here for a Ana, too.
Blog, caro maldito-arrogante-petulante-cheio-de-baboseiras-adolescentes-blog; eu sei o tanto que é um saco o fato da minha solteiricee forever-alonice te afetarem diretamente. Supere, você tem esse propósito.
Sabe, eu modifiquei a história da minha vida para quando me perguntarem sobre o meu pai eu poder resumir de forma objetiva: "Não, não tenho pai."... Sem me orgulhar, apenas encarando a realidade em distintas proporções.
Então, modifiquei a história com minha mãe e família, colocando-os nos patamares 'necessário' e 'amor'; sem remoer tudo o que houve.
Pois bem, na hora de falar da droga do único relacionamento que eu tive na vida, eu ainda não sei exatamente como falar. It's hard out here for a bitch, you know?
Como explicar aos seres que convivem com você por falta de opção que você é uma selfless bitch? Mas de fato, se ser a favor de tomar decisões e agir da maneira que eu quiser e bem entender me torna uma vadia fria, que eu seja. Amém!
Não que seja bonito aos olhos de quem sofre os efeitos das minhas atitudes, obviamente não é. Mas se não é o que eu quero no momento, não planejo nada com isso, não anseio... É uma decisão óbvia e basilar.Lamento, cara, vaza!
A questão mesmo é o peso de ser quem você é. Porquê diante àqueles que me veneram e admiram, eu sou uma idealista. Eu tenho meus princípios e valores, me atenho à eles. Diante dos caros inimigos ou simples desconhecidosou pior: MACHISTAS, eu sou uma vadia sem coração ou sem perspectiva na vida ou indigna de amor e respeito: "Você deve se portar, agir de determinada maneira, guardar seu 'jardim secreto' para um homem de preferência branco e ortodoxo que tenho pêlos, mas você nunca ouse tê-los; e que obviamente vai sustentar a casa e deixar bem claro quem segura e quem veste a coleira. Não deixe seu cabelo descuidado, cuide do seu peso - mostre os ossos do seu corpo e não seja uma modelo GG; cuide da sua pele e unhas, seja uma princesa! Uma princesinha em seu lindo cavalo branco rumo ao esquecimento dentro de seu castelo misógino e maldito. E por fim, sorria. Sorria, porquê essa é a vida que todas as 'princesas' pedem a Deus e seguem todos os dias de sua vida vazia pela falta do seu 'princípe' lamentando o fato de não ser auto-suficiente. Sorria, porquê você é mais uma cabeça fraca de alma corrompida pelas loucuras que os padrões impõem. Sorria, porquê você não é mais a Ana; você agora é o que nós queremos que você seja. Então, sorria com seus dentes brancos pelo clareamento e a falta de tabaco; coloque seu maior salto e um tubinho, vista a máscara de santa do caralho e segure na mão do puto do seu namorado, lembrando sempre que você deve muito a ele já que ele te aceitou mesmo sabendo seu passado."
Emeu saco minha pepeka a la Picasso não tem paciência para tanta babaquice. Foda-se o mundo, ta foda ser uma vadia nessa porra.
Blog, caro maldito-arrogante-petulante-cheio-de-baboseiras-adolescentes-blog; eu sei o tanto que é um saco o fato da minha solteirice
Sabe, eu modifiquei a história da minha vida para quando me perguntarem sobre o meu pai eu poder resumir de forma objetiva: "Não, não tenho pai."... Sem me orgulhar, apenas encarando a realidade em distintas proporções.
Então, modifiquei a história com minha mãe e família, colocando-os nos patamares 'necessário' e 'amor'; sem remoer tudo o que houve.
Pois bem, na hora de falar da droga do único relacionamento que eu tive na vida, eu ainda não sei exatamente como falar. It's hard out here for a bitch, you know?
Como explicar aos seres que convivem com você por falta de opção que você é uma selfless bitch? Mas de fato, se ser a favor de tomar decisões e agir da maneira que eu quiser e bem entender me torna uma vadia fria, que eu seja. Amém!
Não que seja bonito aos olhos de quem sofre os efeitos das minhas atitudes, obviamente não é. Mas se não é o que eu quero no momento, não planejo nada com isso, não anseio... É uma decisão óbvia e basilar.
A questão mesmo é o peso de ser quem você é. Porquê diante àqueles que me veneram e admiram, eu sou uma idealista. Eu tenho meus princípios e valores, me atenho à eles. Diante dos caros inimigos ou simples desconhecidos
E
domingo, 10 de novembro de 2013
Still not feeling you...
Mais um domingo e já não sinto sua presença em lugar algum nessa droga de lugar.
Sua face esvai-se entre todas as memórias que eu já não tenho sobre nós dois.
Seu cheiro se tornou irreconhecível entre os milhões que tenho sentido diariamente.
Sua risada ainda ecoa quando ouço alguma piada que seria típica de você.
Não tenho mais aquela vontade insaciável de te abraçar e implorar por uma reconciliação.
Suas mãos, que eram a minha parte preferida do seu corpo; já não me iludem com carícias e sensações que não passavam de terminações nervosas extremamente sexualizadas.
Você já não me excita e finalmente posso sentir fluir, novamente, a poesia em mim.
Sou minha, excepcionalmente minha. E não no sentido onde há exceção, apenas anormalmente, por fim.
Não existe mais aquele planejamento apressado onde eu deveria chegar a tempo em sua casa para que pudéssemos ficar abraçados na sua cama, rindo de algum anime idiota que você adora e que eu simplesmente me adaptei por te amar o suficiente para isso. Antes que passasse True Blood e você dissesse que teria que ser uma rapidinha porquê tinhamos que acordar cedo na segunda...
Aquele medo de te perder para o acaso ou destino. Ou que você conhecesse alguma garota que te abrisse os olhos e te fizesse perceber que eu não era tão especial assim. O medo de não ser boa o suficiente para você, se foi. Permanece apenas a sensação de que você não é mais o suficiente para mim.
Seu desmazelo e suas expressões sujas para me definir, nunca me fizeram falta.
A falta das pressões que eu te fazia passar tentando conseguir alguma reação romântica ou patológica, me liberta.
O controle e ciúmes que eu colocava na relação se converteram em solidão amorosa e criativa.
Sinto falta da sua amizade e dos seus conselhos que nunca condiziam com a minha realidade. Sinto falta das nossas tremendas diferenças nos acrescentando novas características dia após dia.
Me deprime pensar que muitas vezes me pego pensando em você, sabendo muito bem que em nenhum momento você pensa em mim. Já que esse foi um dos fortes motivos que levou nossa relação ao final. Não por amor, mas por orgulho.
Lamentavelmente, somado a tudo isso vem a antipatia... A antipatia criada por caras que pensam que podem algum dia me conhecer tão bem quanto você. E não confunda isso com recalque ou saudades suas. É apenas preguiça.
Eu sinto uma angustia tremenda quando me vejo forçada a voltar ao mundo das conquistas e lidar com caras inseguros, seguros demais, fingidos, forçados, ninfomaníacos, assexuados, chatos, cultos demais, burros demais, fúteis demais, desligados demais, apegados demais, geminianos, arianos, sagitarianos, babacas, com algum defeito simples que me leva ao nojo em poucos segundos, otaku, viciado em futebol, punk, roqueiro, pagodeiro, comum, sem graça, hippie, da ufu (os piores), da uniube (santo pai!), da roça, do caralho a quatro, filhos únicos, irmãos do meio, irmãos mais velhos, caçulas, machonheiros, bebuns, caretas, bitolados, vazios e pra terminar... qualquer um que não seja você. Não pelo fato de ser você que eu quero, mas por te conhecer tão bem e vice-versa; sem que haja a pressão do 'vai que rola' porquê a gente sabe que sempre rola.
Mas por fim, eu continuo não sentindo você e sim as mudanças que aconteceram a você nos últimos anos que levaram a pessoa que eu amava. E é um saco ter que dar o braço a torcer e gostar de alguém novo.
Porra, eu sou uma regredida fixada. Me dope, doutor. Quero vicodin na veia, agora. Adeus, amor desgastado que não abre espaço para mais nada.
Sua face esvai-se entre todas as memórias que eu já não tenho sobre nós dois.
Seu cheiro se tornou irreconhecível entre os milhões que tenho sentido diariamente.
Sua risada ainda ecoa quando ouço alguma piada que seria típica de você.
Não tenho mais aquela vontade insaciável de te abraçar e implorar por uma reconciliação.
Suas mãos, que eram a minha parte preferida do seu corpo; já não me iludem com carícias e sensações que não passavam de terminações nervosas extremamente sexualizadas.
Você já não me excita e finalmente posso sentir fluir, novamente, a poesia em mim.
Sou minha, excepcionalmente minha. E não no sentido onde há exceção, apenas anormalmente, por fim.
Não existe mais aquele planejamento apressado onde eu deveria chegar a tempo em sua casa para que pudéssemos ficar abraçados na sua cama, rindo de algum anime idiota que você adora e que eu simplesmente me adaptei por te amar o suficiente para isso. Antes que passasse True Blood e você dissesse que teria que ser uma rapidinha porquê tinhamos que acordar cedo na segunda...
Aquele medo de te perder para o acaso ou destino. Ou que você conhecesse alguma garota que te abrisse os olhos e te fizesse perceber que eu não era tão especial assim. O medo de não ser boa o suficiente para você, se foi. Permanece apenas a sensação de que você não é mais o suficiente para mim.
Seu desmazelo e suas expressões sujas para me definir, nunca me fizeram falta.
A falta das pressões que eu te fazia passar tentando conseguir alguma reação romântica ou patológica, me liberta.
O controle e ciúmes que eu colocava na relação se converteram em solidão amorosa e criativa.
Sinto falta da sua amizade e dos seus conselhos que nunca condiziam com a minha realidade. Sinto falta das nossas tremendas diferenças nos acrescentando novas características dia após dia.
Me deprime pensar que muitas vezes me pego pensando em você, sabendo muito bem que em nenhum momento você pensa em mim. Já que esse foi um dos fortes motivos que levou nossa relação ao final. Não por amor, mas por orgulho.
Lamentavelmente, somado a tudo isso vem a antipatia... A antipatia criada por caras que pensam que podem algum dia me conhecer tão bem quanto você. E não confunda isso com recalque ou saudades suas. É apenas preguiça.
Eu sinto uma angustia tremenda quando me vejo forçada a voltar ao mundo das conquistas e lidar com caras inseguros, seguros demais, fingidos, forçados, ninfomaníacos, assexuados, chatos, cultos demais, burros demais, fúteis demais, desligados demais, apegados demais, geminianos, arianos, sagitarianos, babacas, com algum defeito simples que me leva ao nojo em poucos segundos, otaku, viciado em futebol, punk, roqueiro, pagodeiro, comum, sem graça, hippie, da ufu (os piores), da uniube (santo pai!), da roça, do caralho a quatro, filhos únicos, irmãos do meio, irmãos mais velhos, caçulas, machonheiros, bebuns, caretas, bitolados, vazios e pra terminar... qualquer um que não seja você. Não pelo fato de ser você que eu quero, mas por te conhecer tão bem e vice-versa; sem que haja a pressão do 'vai que rola' porquê a gente sabe que sempre rola.
Mas por fim, eu continuo não sentindo você e sim as mudanças que aconteceram a você nos últimos anos que levaram a pessoa que eu amava. E é um saco ter que dar o braço a torcer e gostar de alguém novo.
Porra, eu sou uma regredida fixada. Me dope, doutor. Quero vicodin na veia, agora. Adeus, amor desgastado que não abre espaço para mais nada.
How Soon Is Now?
I am the son and the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir of nothing in particular
You shut your mouth. How can you say
I go about things the wrong way ?
I am human and i need to be loved
Just like everybody else does...
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir of nothing in particular
You shut your mouth. How can you say
I go about things the wrong way ?
I am human and i need to be loved
Just like everybody else does...
There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die
When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See, i've already waited too long
And all my hope is gone
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am human and i need to be loved
Just like everybody else does!
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die
When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See, i've already waited too long
And all my hope is gone
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am human and i need to be loved
Just like everybody else does!
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Saddy's last boyfriend.
Lisa: Hey, did you know that Saddy's last boyfriend died and everyone thought she killed him? That was before they thought she was pregnant with his baby.
Strange pour boy in love with Saddy: If you ever kill me, I can only hope you'll keep our murdered baby!
E ainda me perguntam porquê assisto séries teenagers da MTV... tsc, tsc.
Strange pour boy in love with Saddy: If you ever kill me, I can only hope you'll keep our murdered baby!
E ainda me perguntam porquê assisto séries teenagers da MTV... tsc, tsc.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Metas e Meth!
Quantas vezes eu já encarei essas paredes amareladas pelo tempo que já moro no mesmo apartamento e finalmente resolvi colar palavras encorajadoras ou pelo menos que deveriam...
É uma lista de metas a se seguir em determinado prazo. Aparentemente, uma boa ideia para pessoas sem iniciativa ou 'perspectiva de vida'; nem ouso mais me encaixar em tais padrões.
Tudo parece fluir de uma forma inacreditável e aquele velho sentimento que apertava logo atrás das costelas, me dizendo que mesmo que tudo esteja bem vai acabar mal; passou...
E talvez isso seja crescer. (?)
Há algum tempo cheguei a conclusão épica de que tudo o que não me acrescenta não tem necessidade de permanecer na minha vida e quanto tentei apagar tudo, percebi que não sobrava praticamente nada... É realmente preocupante o tanto que consigo afundar em proporções desastrosas e esperançosamente esperar me levantar sem sequer um empurrão. Como se algo do além, do fundo do universo ou do coração de alguém que me ame em silêncio; pudesse me resgatar de onde estou.
Mais lamentável foram as últimas tentativas de entorpecer minha mente e calá-la apenas por orgulho bobo e medo de encarar a realidade. Porra, me tornei uma hipócrita que julgava bastante alcóolatras e drogados, de qualquer tipo. Tinha aquele pensamento onde o meu corpo é meu templo e que sempre mereceu respeito, assim como eu respeitava meus sentimentos. E onde tudo isso acabou? Eis a questão.
Cansaço social... Tenho usado bastante essa expressão tentando me enganar de que meu cansaço não era de mim. Das minhas atitudes hipócritas. Dos meus valores e princípios sendo despejados efeito abaixo.
Caralho, chega. É 1:13h da matina e eu percebo a hesitação em dormir para ter que levantar em poucas horas e encarar as almas perdidas da minha sala de faculdade; percebendo por fim que sou mais uma dessas malditas almas. Sem perspectiva.
Blog, há alguns dias eu achei um email que eu costumava trocar com o PC na sétima série. Foi nostálgico, engraçado e deprimente. Eu era apaixonada no Matheus, tinha ciúmes da Marcela e sofria recalque pelo Pedro. Nem me lembro mais da face dos nomes citados acima! Não vejo há muitos e muitos anos, mas o sentimento de saudades foi inevitável e feliz. Mas, eu não queria voltar e eu não queria mudar nada. Foi tudo como tinha que ter sido...
Minha paixão incontrolável pelo Matheus - que eu costumava chamar de Meth, fazendo analogias bobas a como o meu amor por ele era como uma droga, na minha mente, sempre.
E o passado é lindo quando é apenas uma lembrança, já que me lembro de pensar que eu era a menina mais depressiva e bizarra do mundo; que hoje me traz saudades e boas gargalhadas.
Bom, vou dormir... A Pamkeka vem me buscar para irmos juntas. Ela ameniza a minha falta de vontade em encarar a galera da faculdade. E sim, eu sei que é estranho começar a dar nomes e citar como se você realmente entedesse o que eu digo, mas foda-se. Você me pertence e faço de você o que quero. Adeus.
É uma lista de metas a se seguir em determinado prazo. Aparentemente, uma boa ideia para pessoas sem iniciativa ou 'perspectiva de vida'; nem ouso mais me encaixar em tais padrões.
Tudo parece fluir de uma forma inacreditável e aquele velho sentimento que apertava logo atrás das costelas, me dizendo que mesmo que tudo esteja bem vai acabar mal; passou...
E talvez isso seja crescer. (?)
Há algum tempo cheguei a conclusão épica de que tudo o que não me acrescenta não tem necessidade de permanecer na minha vida e quanto tentei apagar tudo, percebi que não sobrava praticamente nada... É realmente preocupante o tanto que consigo afundar em proporções desastrosas e esperançosamente esperar me levantar sem sequer um empurrão. Como se algo do além, do fundo do universo ou do coração de alguém que me ame em silêncio; pudesse me resgatar de onde estou.
Mais lamentável foram as últimas tentativas de entorpecer minha mente e calá-la apenas por orgulho bobo e medo de encarar a realidade. Porra, me tornei uma hipócrita que julgava bastante alcóolatras e drogados, de qualquer tipo. Tinha aquele pensamento onde o meu corpo é meu templo e que sempre mereceu respeito, assim como eu respeitava meus sentimentos. E onde tudo isso acabou? Eis a questão.
Cansaço social... Tenho usado bastante essa expressão tentando me enganar de que meu cansaço não era de mim. Das minhas atitudes hipócritas. Dos meus valores e princípios sendo despejados efeito abaixo.
Caralho, chega. É 1:13h da matina e eu percebo a hesitação em dormir para ter que levantar em poucas horas e encarar as almas perdidas da minha sala de faculdade; percebendo por fim que sou mais uma dessas malditas almas. Sem perspectiva.
Blog, há alguns dias eu achei um email que eu costumava trocar com o PC na sétima série. Foi nostálgico, engraçado e deprimente. Eu era apaixonada no Matheus, tinha ciúmes da Marcela e sofria recalque pelo Pedro. Nem me lembro mais da face dos nomes citados acima! Não vejo há muitos e muitos anos, mas o sentimento de saudades foi inevitável e feliz. Mas, eu não queria voltar e eu não queria mudar nada. Foi tudo como tinha que ter sido...
Minha paixão incontrolável pelo Matheus - que eu costumava chamar de Meth, fazendo analogias bobas a como o meu amor por ele era como uma droga, na minha mente, sempre.
E o passado é lindo quando é apenas uma lembrança, já que me lembro de pensar que eu era a menina mais depressiva e bizarra do mundo; que hoje me traz saudades e boas gargalhadas.
Bom, vou dormir... A Pamkeka vem me buscar para irmos juntas. Ela ameniza a minha falta de vontade em encarar a galera da faculdade. E sim, eu sei que é estranho começar a dar nomes e citar como se você realmente entedesse o que eu digo, mas foda-se. Você me pertence e faço de você o que quero. Adeus.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
The parts of me that aren't all that pretty...
Mais uma vez o final do mês pegou minhas raízes de jeito e trocaram os negros cachos por loiro condescendente!
Passaram-se meses e é como se eu não tivesse me dado conta de nenhuma mudança ou constância. Meu universo pausou em um jogo que continua mesmo com a tela congelada.
A psicóloga ainda insiste na minha tendência de banalizar pessoas e qualidades;, na minha tendência de me atrair pelo não correspondido, pelo medo de sentir ou pelo simples prazer masoquista mesmo.
Passei as últimas semanas sem conseguir pensar em nada além de faculdade e necessidade de arrumar um emprego. Hoje, finalmente eu apresentei o interdisciplinar da pior maneira possível. Entre mãos tremulas, pernas sem controle e risadas histéricas de quem obviamente está fora de controle! "Não chore, Ana. Se controle... Você sempre agiu de forma madura, o que está acontecendo?" Ó, céus... Se eu ao menos soubesse que tipo de doença, vírus, bactéria ou problema psíquico me atacou. É uma doença sem sintomas aparentes, onde tudo está ao contrário e sem graça.
É incrível a minha recém descoberta habilidade de não sentir desejo, não possuir libido e menos ainda tesão em pessoas que há alguns meses atrás, me matavam... Ah, estou me tornando uma árvore humana e passando por um processo de fotossíntese intenso. Façam uma lobotomia nas minhas folhas, agora! Agora! Agora! Preciso de uma cura já que a pansexualidade não me atrai, neither.
Pensei várias vezes em ir para o Tibeti e trabalhar meus chakras em busca de uma solução na doença que tem nascido em mim: Síndrome da morte de Ana Drama. Sim, esse é o nome da doença, eu acabei de tirar uma licença poética para criar isso. Acho necessário depois de tudo o que ando passando.
Quando me abraçam eu sinto uma pequena regurgitada na boca do estômago, me causar refluxo. Quando me elogiam ou se declaram é aquela velha sensação de "Cara, você não acabou de fuder com tudo... Puts, como você é energumeno, velho.". E o pior, quando eu finalmente penso que estou perdidamente apaixonada... É como se eu tivesse uma pica de três metros de altura que nem com toda a corrente sanguínea do universo, conseguisse ficar ereta; está perdidamente morta. Melhor, a minha vida emocional se encontra como uma casca de múmia velha que nem com os livros dos mortos conseguiria reencarnar. Chateadamente grilada!
Por fim, a única sensação constante na minha vida é a vontade incontrolável de urinar e rir ao mesmo tempo. E como o amor correspondido nos dias de hoje, é algo humanamente impossível. Quem diria que os relacionamentos se assemelhariam tanto ao meu canal urinário. Viva o xixi e os amantes que não puderam se fazer presentes! <3 br="">3>
Passaram-se meses e é como se eu não tivesse me dado conta de nenhuma mudança ou constância. Meu universo pausou em um jogo que continua mesmo com a tela congelada.
A psicóloga ainda insiste na minha tendência de banalizar pessoas e qualidades;, na minha tendência de me atrair pelo não correspondido, pelo medo de sentir ou pelo simples prazer masoquista mesmo.
Passei as últimas semanas sem conseguir pensar em nada além de faculdade e necessidade de arrumar um emprego. Hoje, finalmente eu apresentei o interdisciplinar da pior maneira possível. Entre mãos tremulas, pernas sem controle e risadas histéricas de quem obviamente está fora de controle! "Não chore, Ana. Se controle... Você sempre agiu de forma madura, o que está acontecendo?" Ó, céus... Se eu ao menos soubesse que tipo de doença, vírus, bactéria ou problema psíquico me atacou. É uma doença sem sintomas aparentes, onde tudo está ao contrário e sem graça.
É incrível a minha recém descoberta habilidade de não sentir desejo, não possuir libido e menos ainda tesão em pessoas que há alguns meses atrás, me matavam... Ah, estou me tornando uma árvore humana e passando por um processo de fotossíntese intenso. Façam uma lobotomia nas minhas folhas, agora! Agora! Agora! Preciso de uma cura já que a pansexualidade não me atrai, neither.
Pensei várias vezes em ir para o Tibeti e trabalhar meus chakras em busca de uma solução na doença que tem nascido em mim: Síndrome da morte de Ana Drama. Sim, esse é o nome da doença, eu acabei de tirar uma licença poética para criar isso. Acho necessário depois de tudo o que ando passando.
Quando me abraçam eu sinto uma pequena regurgitada na boca do estômago, me causar refluxo. Quando me elogiam ou se declaram é aquela velha sensação de "Cara, você não acabou de fuder com tudo... Puts, como você é energumeno, velho.". E o pior, quando eu finalmente penso que estou perdidamente apaixonada... É como se eu tivesse uma pica de três metros de altura que nem com toda a corrente sanguínea do universo, conseguisse ficar ereta; está perdidamente morta. Melhor, a minha vida emocional se encontra como uma casca de múmia velha que nem com os livros dos mortos conseguiria reencarnar. Chateadamente grilada!
Por fim, a única sensação constante na minha vida é a vontade incontrolável de urinar e rir ao mesmo tempo. E como o amor correspondido nos dias de hoje, é algo humanamente impossível. Quem diria que os relacionamentos se assemelhariam tanto ao meu canal urinário. Viva o xixi e os amantes que não puderam se fazer presentes! <3 br="">3>
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Autoflagelação semeada é autoflagelação colhida.
Nostalgia da embriaguez disfarçada dentre delírios sóbrios, escondendo verdades sobre minha fingida estupidez.
Passada a hora de continuar sendo uma marionete controlada pelo medo de ser julgada e criticada por quem simplesmente não está nem aí para você; sente-se e acompanhe o desenrolar da reflexão mais batida que já houve na história desse blog.
Àquele sentimento infantil de rejeição, não compreensão e repressão; um brinde! Um brinde a vida e a sua ironia constante. Depois de algum tempo, percebi que a opinião dos outros afeta a todos. A questão é a maneira que você reage a isso... E por favor, que todas as águas dos céus caiam sobre minha cabeça se eu disser bobeiras imperdoáveis; estou prestes a isso.
Puts, sabe aquele sentimento horrível que você carrega consigo durante a 'the walk of shame' que normalmente são as manhãs ensolaradas depois de uma noite de bebedeira e pegação? Seu templo foi invadido por estranhos que não conheciam ou respeitavam seus ideais religiosos e filosóficos. Odin, porquê permitimos que destruam e desestabilizem nossos templos dessa maneira? Tédio! É isso, é o tédio interminável. Uma busca incessante por adrenalina, aventuras, por algo que gaste seu tempo e sua ansiedade; quando você se dá conta está em alguma cidade distante com 35 centavos e uma garrafa vazia, chorando sobre como você não se lembra quem queimou suas madeixas cacheadas. It's not life that sucks, it's your behaviour.
Não satisfeita, vai em busca de não 'correspondência'... Porquê no fundo entende que não há necessidade de passar por isso, mas o sentimento de vazio e desmazelo alivia o tédio infinito e a necessidade de caos. Então, escolhe a dedo o pior partido que possa existir - não que realmente seja o pior, mas é simplesmente o pior partido para si naquele exato momento; aquele que na sua forma fria e seca, corresponde as vezes, sabendo que não é bom evitar ao máximo para que possa ser mantido um step amoroso. E o motivo da insistência? É a tensão, a graça, a aventura, o incerto que o jogo transmite. Porquê no fim é um jogo, um jogo que após ser zerado se perde completamente o interesse e se sai em busca de um novo. Tudo é muito reciclável e substituível; principalmente os amores não correspondidos.
Após a sua tortura sentimental, é hora de ir contra todos os seus ideais pacíficos e amigáveis. Entra em uma discussão ilógica sobre tabus que sempre odiou, julgando pobres alienados configurados por padrões sociais banais. Ó, se a vida fosse simplesmente isso! Mas não, ainda não se dá por satisfeita. Existe a necessidade de demonstrar seus ideais em uma proporção além...
É hora de reciclar amizades. E não compreenda isso como algo penoso ou ruim, faz-se necessário certas vezes. Amizades são recicladas por não preencherem requisitos: lealdade, comunicação, sinceridade e caráter - cada vez mais complicado achar alguém com tais requisitos. Nem eu me encaixo. Mas não vejo necessidade em lidar com pessoas iguais a mim, as a matter of fact, pessoas iguais a mim possuem todos os requisitos de inimigos. E eu acho que essa resolução pode ser levada ao divã na próxima consulta.
Autoflagelação semeada... Vejamos como será colhe-la.
Passada a hora de continuar sendo uma marionete controlada pelo medo de ser julgada e criticada por quem simplesmente não está nem aí para você; sente-se e acompanhe o desenrolar da reflexão mais batida que já houve na história desse blog.
Àquele sentimento infantil de rejeição, não compreensão e repressão; um brinde! Um brinde a vida e a sua ironia constante. Depois de algum tempo, percebi que a opinião dos outros afeta a todos. A questão é a maneira que você reage a isso... E por favor, que todas as águas dos céus caiam sobre minha cabeça se eu disser bobeiras imperdoáveis; estou prestes a isso.
Puts, sabe aquele sentimento horrível que você carrega consigo durante a 'the walk of shame' que normalmente são as manhãs ensolaradas depois de uma noite de bebedeira e pegação? Seu templo foi invadido por estranhos que não conheciam ou respeitavam seus ideais religiosos e filosóficos. Odin, porquê permitimos que destruam e desestabilizem nossos templos dessa maneira? Tédio! É isso, é o tédio interminável. Uma busca incessante por adrenalina, aventuras, por algo que gaste seu tempo e sua ansiedade; quando você se dá conta está em alguma cidade distante com 35 centavos e uma garrafa vazia, chorando sobre como você não se lembra quem queimou suas madeixas cacheadas. It's not life that sucks, it's your behaviour.
Não satisfeita, vai em busca de não 'correspondência'... Porquê no fundo entende que não há necessidade de passar por isso, mas o sentimento de vazio e desmazelo alivia o tédio infinito e a necessidade de caos. Então, escolhe a dedo o pior partido que possa existir - não que realmente seja o pior, mas é simplesmente o pior partido para si naquele exato momento; aquele que na sua forma fria e seca, corresponde as vezes, sabendo que não é bom evitar ao máximo para que possa ser mantido um step amoroso. E o motivo da insistência? É a tensão, a graça, a aventura, o incerto que o jogo transmite. Porquê no fim é um jogo, um jogo que após ser zerado se perde completamente o interesse e se sai em busca de um novo. Tudo é muito reciclável e substituível; principalmente os amores não correspondidos.
Após a sua tortura sentimental, é hora de ir contra todos os seus ideais pacíficos e amigáveis. Entra em uma discussão ilógica sobre tabus que sempre odiou, julgando pobres alienados configurados por padrões sociais banais. Ó, se a vida fosse simplesmente isso! Mas não, ainda não se dá por satisfeita. Existe a necessidade de demonstrar seus ideais em uma proporção além...
É hora de reciclar amizades. E não compreenda isso como algo penoso ou ruim, faz-se necessário certas vezes. Amizades são recicladas por não preencherem requisitos: lealdade, comunicação, sinceridade e caráter - cada vez mais complicado achar alguém com tais requisitos. Nem eu me encaixo. Mas não vejo necessidade em lidar com pessoas iguais a mim, as a matter of fact, pessoas iguais a mim possuem todos os requisitos de inimigos. E eu acho que essa resolução pode ser levada ao divã na próxima consulta.
Autoflagelação semeada... Vejamos como será colhe-la.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Life is a bet.
Aquela mania absurda de sempre apostar em algo minimalista tudo o que pode significar viver. Dar um trago no palheiro enquanto penso "se ele apagar, life sucks" e então me dou conta de que apostei pesado. Diante de atos óbvios, de coisas que são predestinadas, coisas que você sabe como terminam; você aposta tudo porquê espera que o universo te corresponda e te diga como agir. É a falta de vontade em tomar iniciativas, decisões, assumir erros e ser.
Eu encaro a parede do meu quarto enquanto amenizo mentalmente minhas condições atuais. É, eu sou uma extremista. O maior problema em ser uma pessoa que se segura forte à ideais e princípios é que quase nunca eles fazem sentido a outrem. E se sua força faltar por alguns instantes, é ladeira abaixo...
Houveram épocas que escrever era suficiente porquê eu sabia exatamente como me expressar e ser compreendida. Já li em inúmeras biografias de autores incríveis que eu admiro, falando sobre como eles sofreram bloqueios por algum tempo. Audácia comparar situações, mas é... Que seja apenas mais uma das muitas fases que eu sempre passo.
Minhas verdades diante meus problemas interpessoais se tornam banalidades que eu ojerizo por inúmeros motivos. Não devo, não posso, não permito que abalem o meu mundo quando entro em choque com o mundo de outras pessoas; apesar de inevitável.
A intimidade é uma droga superestimada e utilizada como arma de defesa e ataque em nossas batalhas futuras. Tudo se torna guerra, independente do quão modesto seja.
O conforto, mesmo que em qualquer aspecto; acaba em determinadas situações e o seu chão é minado de emoções cabulosas e fatais. Tudo me incomoda. Tudo me faz apostar em algo que faça melhorar. Eu aposto comigo mesma sobre o quanto eu cresci e regredi, e parece uma luta constante ao não saber dizer o que realmente acontece.
Eu utilizo muitas gírias para facilitar a entrada no meio social, sou dessas. Me julgue. Eu falo muito palavrão por não possuir jargões melhores para me expressar. Eu falo muita besteira e coisas banais já que a vida não é uma piada até que você a faça!
Sinto nojinho de pessoas que convivo por muito tempo. Começo a enfatizar defeitos e priorizá-los, perdendo completamente o interesse e o respeito. Cadê a droga da pílula que pode fazer isso ir embora urina abaixo? Não veja nenhuma dessas na revistinha da Herbalife. Vamos lá. Ajudem os doentes sentimentais!
Eu perco amizades, as torno inimizades na mesma proporção que as faço: level expert. A vida se torna um jogo em questão de palavras ácidas e rancorosas. A vida se torna amável na proporção que eu inspiro ódio e expiro liberdade, sempre tornando sensações banais e sensações incríveis em experimentos.
Por fim, eu continuo apostando tudo o que eu penso ter e ser em tragadas e viradas de copo. E banalizar a vida é simples quando se perde o interesse em tudo o que um dia já foi substancial à você.
A graça do jogo é continuar buscando algo que te faça sentir como sentia ao ouvir 'King of Pain' e chorar por se identificar o suficiente ao ponto de achar que tem um laço inquebrável com Alanis Morrissette (e eu nunca sei qual letra duplicar)...
Go, and throw your bet!
Eu encaro a parede do meu quarto enquanto amenizo mentalmente minhas condições atuais. É, eu sou uma extremista. O maior problema em ser uma pessoa que se segura forte à ideais e princípios é que quase nunca eles fazem sentido a outrem. E se sua força faltar por alguns instantes, é ladeira abaixo...
Houveram épocas que escrever era suficiente porquê eu sabia exatamente como me expressar e ser compreendida. Já li em inúmeras biografias de autores incríveis que eu admiro, falando sobre como eles sofreram bloqueios por algum tempo. Audácia comparar situações, mas é... Que seja apenas mais uma das muitas fases que eu sempre passo.
Minhas verdades diante meus problemas interpessoais se tornam banalidades que eu ojerizo por inúmeros motivos. Não devo, não posso, não permito que abalem o meu mundo quando entro em choque com o mundo de outras pessoas; apesar de inevitável.
A intimidade é uma droga superestimada e utilizada como arma de defesa e ataque em nossas batalhas futuras. Tudo se torna guerra, independente do quão modesto seja.
O conforto, mesmo que em qualquer aspecto; acaba em determinadas situações e o seu chão é minado de emoções cabulosas e fatais. Tudo me incomoda. Tudo me faz apostar em algo que faça melhorar. Eu aposto comigo mesma sobre o quanto eu cresci e regredi, e parece uma luta constante ao não saber dizer o que realmente acontece.
Eu utilizo muitas gírias para facilitar a entrada no meio social, sou dessas. Me julgue. Eu falo muito palavrão por não possuir jargões melhores para me expressar. Eu falo muita besteira e coisas banais já que a vida não é uma piada até que você a faça!
Sinto nojinho de pessoas que convivo por muito tempo. Começo a enfatizar defeitos e priorizá-los, perdendo completamente o interesse e o respeito. Cadê a droga da pílula que pode fazer isso ir embora urina abaixo? Não veja nenhuma dessas na revistinha da Herbalife. Vamos lá. Ajudem os doentes sentimentais!
Eu perco amizades, as torno inimizades na mesma proporção que as faço: level expert. A vida se torna um jogo em questão de palavras ácidas e rancorosas. A vida se torna amável na proporção que eu inspiro ódio e expiro liberdade, sempre tornando sensações banais e sensações incríveis em experimentos.
Por fim, eu continuo apostando tudo o que eu penso ter e ser em tragadas e viradas de copo. E banalizar a vida é simples quando se perde o interesse em tudo o que um dia já foi substancial à você.
A graça do jogo é continuar buscando algo que te faça sentir como sentia ao ouvir 'King of Pain' e chorar por se identificar o suficiente ao ponto de achar que tem um laço inquebrável com Alanis Morrissette (e eu nunca sei qual letra duplicar)...
Go, and throw your bet!
domingo, 13 de outubro de 2013
F. Y.: Feeling Young!
"Oi, eu estou bem aqui na sua frente, mas você insiste em não me ver. Tudo bem, opção sua, cada um enxerga o que quer. O problema é quando você, sem ter idéia de como sou, resolve dar a sua visão sobre mim. Talvez você não se enxergue também, antes de mais nada – e assim me tire por parecida contigo. Errando completamente. Para começar, eu faço questão de ver as pessoas ao meu redor, e isso faz toda a diferença do mundo. Percebo que todos têm algo de especial, estando aí a graça. Percebo belezas que não são minhas, estando aí o prazer.
Percebo inclusive você, parado bem na minha frente, desviando seu olhar para lá e para cá, nervoso com a minha presença, estando aí o ridículo.
Veja bem, não há o que temer em mim. Não quero nada que seja seu. E não sou nada que você também não seja, pelo menos um pouquinho.
Você não precisa gostar de mim para me enxergar, mas precisa me enxergar para não gostar de mim. Ou gostar, e talvez seja exatamente isso que você tema. Embora isso não faça sentido, já que a vida é bela, justamente, quando estamos diante daquilo que gostamos, certo?
Não vou dizer que não me irrita essa sua cegueira específica com relação a mim, pois faço de tudo para ser entendida. Por todos. Sempre esforço-me ao máximo para que isso ocorra, aliás; então, a sua total ignorância a meu respeito, após todo esse tempo, nós dois tão perto, mexe, sim, levemente, com a minha paciência.
Se for essa a sua intenção, porém, mexer com a minha paciência, aviso que anda perdendo sua energia em besteira, pois um mosquito zumbindo em meu ouvido tem um efeito semelhante. E, se me dou ao trabalho de escrever esta carta para você, é porque sei que você também não será capaz de enxergar o que há nela.
Explicando melhor: preferiria que você me esquecesse, mas até para poder esquecer você vai ter que me enxergar. Enquanto não me olhar de frente, ao menos uma vez, ao menos por um segundo, vai continuar assim, para sempre, fugindo sistematicamente da minha imagem – um escravo de mim, em fuga constante, portanto.
Pode abrir os olhos, vai ver que não sou um bicho-de-sete-cabeças. Sou bem diferente de você, como já disse, mas isso é ótimo. Sou melhor que você em algumas coisas, pior que você em outras – acontece. No que eu for pior, pode virar para outro lado; no que eu for melhor, cogite me admirar. “Olhos nos olhos, quero ver o que você faz...” Sempre quis cantar isso para alguém. “Olhos nos olhos, quero ver o que você diz...”
Pronto, um sonho realizado. Já estou lucrando com a nossa relação, só falta você. Basta ver o que eu posso lhe mostrar e enxergar o que eu posso ser para você."
Percebo inclusive você, parado bem na minha frente, desviando seu olhar para lá e para cá, nervoso com a minha presença, estando aí o ridículo.
Veja bem, não há o que temer em mim. Não quero nada que seja seu. E não sou nada que você também não seja, pelo menos um pouquinho.
Você não precisa gostar de mim para me enxergar, mas precisa me enxergar para não gostar de mim. Ou gostar, e talvez seja exatamente isso que você tema. Embora isso não faça sentido, já que a vida é bela, justamente, quando estamos diante daquilo que gostamos, certo?
Não vou dizer que não me irrita essa sua cegueira específica com relação a mim, pois faço de tudo para ser entendida. Por todos. Sempre esforço-me ao máximo para que isso ocorra, aliás; então, a sua total ignorância a meu respeito, após todo esse tempo, nós dois tão perto, mexe, sim, levemente, com a minha paciência.
Se for essa a sua intenção, porém, mexer com a minha paciência, aviso que anda perdendo sua energia em besteira, pois um mosquito zumbindo em meu ouvido tem um efeito semelhante. E, se me dou ao trabalho de escrever esta carta para você, é porque sei que você também não será capaz de enxergar o que há nela.
Explicando melhor: preferiria que você me esquecesse, mas até para poder esquecer você vai ter que me enxergar. Enquanto não me olhar de frente, ao menos uma vez, ao menos por um segundo, vai continuar assim, para sempre, fugindo sistematicamente da minha imagem – um escravo de mim, em fuga constante, portanto.
Pode abrir os olhos, vai ver que não sou um bicho-de-sete-cabeças. Sou bem diferente de você, como já disse, mas isso é ótimo. Sou melhor que você em algumas coisas, pior que você em outras – acontece. No que eu for pior, pode virar para outro lado; no que eu for melhor, cogite me admirar. “Olhos nos olhos, quero ver o que você faz...” Sempre quis cantar isso para alguém. “Olhos nos olhos, quero ver o que você diz...”
Pronto, um sonho realizado. Já estou lucrando com a nossa relação, só falta você. Basta ver o que eu posso lhe mostrar e enxergar o que eu posso ser para você."
The best writer ever: F.Y.
Fuck you, L.
Caro, blog azedo-chato-redundante-não-gosto-de-reler-o-que-escrevi-por-saber-que-são-asneiras-precoces-e-infantis-beijos; voltei - como se eu não estivesse escrevendo minhas chatices na frequência exata.
Sinto todas as angustias do mundo em mim. Pedi para a psicóloga trocar a palavra 'vazio' por 'lacuna a ser preenchida com comida e cigarros'; me sinto mais confortável dentro do meu contexto.
Tem sempre um cara. É incrível! Não, espera. Na verdade, eles nunca são o motivo concreto; nunca são suficientemente especiais para me afetar em algo, mas o fato de não se importarem se afetam ou não, me irrita. Profundamente.
Mas é, sempre tem uma música. Não, são inúmeras músicas. É música demais para me identificar! Tanta, tanta, tanta; que me sinto pura melodia sem letra. Triste e deprimente.
Logo chega um filme. Sempre tem um filme. Sempre tem um livro. Me sinto muito Cristiane F e depois me sinto muito Emma, depois muito Esther e por fim, Eleonora. Quero que se fodam todas essas influências sobre minha mente fraca e submissa à exposição
I'm a backstabber lady! E bem que eu queria perdidamente ser assim... Eu me importo demais. Não, espera. No momento, eu me importo demais. Mentira, nem estou me importando nesse momento! Ah, foda-se o que eu ia dizer sobre como eu me porto de uma maneira, me descrevo de outra e sou vista por outra completamente diferente. Hey, sou um camaleão. Faça-me sorrir e te dou uma moeda.
Não, o título não diz respeito ao 'L' e por favor não me faça falar sobre quanto nomes eu adoraria escrever naquele livro. Me sentindo bem serial killer depois do 1º episódio pseudo-feminista-retardado de AHS. Mas ok, enfim, tudo bem, vamos lá...
Blog, chega! Chega de me humilhar para caras que agem como babacas, possessivos, loucos, descontrolados, que não se importam, que me ignoram, que me enchem o saco e que por fim me enchem de tesão. Fodam-se eles! Quero os românticos! Que venhammas esses merdas nunca chegam por eu ser grossa demais todos! Beijos e até.
Sinto todas as angustias do mundo em mim. Pedi para a psicóloga trocar a palavra 'vazio' por 'lacuna a ser preenchida com comida e cigarros'; me sinto mais confortável dentro do meu contexto.
Tem sempre um cara. É incrível! Não, espera. Na verdade, eles nunca são o motivo concreto; nunca são suficientemente especiais para me afetar em algo, mas o fato de não se importarem se afetam ou não, me irrita. Profundamente.
Mas é, sempre tem uma música. Não, são inúmeras músicas. É música demais para me identificar! Tanta, tanta, tanta; que me sinto pura melodia sem letra. Triste e deprimente.
Logo chega um filme. Sempre tem um filme. Sempre tem um livro. Me sinto muito Cristiane F e depois me sinto muito Emma, depois muito Esther e por fim, Eleonora. Quero que se fodam todas essas influências sobre minha mente fraca e submissa à exposição
I'm a backstabber lady! E bem que eu queria perdidamente ser assim... Eu me importo demais. Não, espera. No momento, eu me importo demais. Mentira, nem estou me importando nesse momento! Ah, foda-se o que eu ia dizer sobre como eu me porto de uma maneira, me descrevo de outra e sou vista por outra completamente diferente. Hey, sou um camaleão. Faça-me sorrir e te dou uma moeda.
Não, o título não diz respeito ao 'L' e por favor não me faça falar sobre quanto nomes eu adoraria escrever naquele livro. Me sentindo bem serial killer depois do 1º episódio pseudo-feminista-retardado de AHS. Mas ok, enfim, tudo bem, vamos lá...
Blog, chega! Chega de me humilhar para caras que agem como babacas, possessivos, loucos, descontrolados, que não se importam, que me ignoram, que me enchem o saco e que por fim me enchem de tesão. Fodam-se eles! Quero os românticos! Que venham
sábado, 12 de outubro de 2013
Spaghetti Head, that's me.
Oh, you go, you grow, you flow, you know; we're just like everybody else. They turn your head into spaghetti and they're cooking your brains out!
And if you're still breathing, you're the lucky one cuz' most of us are heaving through corrupted lungs.
Oh, but I'm the one collecting names of the lovers that went wrong. And if you're in love, then you are the lucky one 'cause most of us are bitter over someone that isn't here anymore. Setting fire to our insides for fun, distracting our hearts from ever missing them. But i'm forever missing him... My mind goes to december, and the friday 13th is coming.
Be quiet, bitch. You don't know what you're talking about.
Oh, there's an old man in need on the ground, i try not to make a sound. He holds out his hand as i walk away, i hear him say: "Please don't be a stranger in my place!"
What if i could be what you wanted me to be?
What if i could see what you wanted me to see?
Come on and show me how to fit in your body... I might have a spaghetti flexibility, you know?
And if you're still breathing, you're the lucky one cuz' most of us are heaving through corrupted lungs.
Oh, but I'm the one collecting names of the lovers that went wrong. And if you're in love, then you are the lucky one 'cause most of us are bitter over someone that isn't here anymore. Setting fire to our insides for fun, distracting our hearts from ever missing them. But i'm forever missing him... My mind goes to december, and the friday 13th is coming.
Be quiet, bitch. You don't know what you're talking about.
Oh, there's an old man in need on the ground, i try not to make a sound. He holds out his hand as i walk away, i hear him say: "Please don't be a stranger in my place!"
What if i could be what you wanted me to be?
What if i could see what you wanted me to see?
Come on and show me how to fit in your body... I might have a spaghetti flexibility, you know?
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
When I was a broken soul... Still.
"I don't wanna hurt you. I don't wanna make you sway."
As cortinas se fecharam quando a peça terminou mas continuo sentada esperando por um final diferente. Would you lay with me and just forget the world?
Those three words, she said too much and it's not enough...
Diante de coisas muitos ruins, volto a cair de amores pelas coisas que são ruins. É aquela descrença de que realmente exista algo bom.
Eu simplesmente odeio ser surpreendida pelos meus personagens preferidos! Eu odeio aquela expectativa - que eu tento evitar com todas as forças; que nunca auxilia ou acrescente, simplesmente destrói quando nada segue da forma que eu quero.
Eu continuo viciada em Veronica Mars. Eu continuo com minhas neuroses e os pensamentos ruins voltaram em uma tentativa de deter o sentimento de incompletude.
Minha auto análise anda falhada e meu senso crítico intenso. Tudo me irrita, machuca e desaponta.
Diante da solidão, qualquer companhia parece boa o suficiente.
Eu odeio o mundo! E o meu drama! E o fato de não mais senti-lo como um sentimento mas sim como uma idiossincrasia. Eu odeio me expressar além do que pulsa dentro da minha mente.
Eu odeio quando o papel higiênico está do lado errado. Eu odeio quando usam o meu sabonete para acne nas mãos. Eu odeio quando compro condicionador achando que é shampoo. Eu odeio que mexam na minha bagunça; principalmente a psíquica. Eu odeio perder os meus foninhos de ouvido e ainda mais quando um dos lados para de funcionar. Eu odeio quando fazem críticas a maneira que a Tati escreve! Eu odeio quando a Fernanda Young demora para escrever algo - sim, tenho odiado bastante. Eu odeio escrever mais do que 10 coisas que eu odeio - o clichê me fascina!
Eu queria romance... Sim, eu sou uma feminista-porra-louca-grossa-ogra-sem-educação-que-fala-grosso-e-não-se-importa; mas antes de ser isso tudo, eu ainda sou a retardada de 19 anos que não consegue chorar com sua vida mas se derrete em "Ps. Eu te amo". [...] E não relacionamento!
Como eu sempre disse, eu sou apaixonada no "pré-amor". Aquela troca de olhares que você pensa que é algo super não recíproco e foi um mero acaso os olhos dele passarem pelos seus. Quando você menos espera, ele vem em sua direção com aquele sorriso de quem pode sofrer de stalkismo como você. Suas mãos suam e você sente um pigarro na garganta que desce para barriga e abre os casulos de várias borboletas desengonçadas como você.
São sintomas de pré-amor... E eu não os sinto há muito, muito tempo. Sempre que eu os senti, nunca se tornaram nada recíproco mas eram muito melhores que qualquer rotina que eu possa ter criado em algum relacionamento. É o mistério, a caça, o jogo, o flerte, a paixão e todos aqueles sentimentos que você guarda para si e os sentimentos que você imagina que ele tem; que fazem tudo tão especial no pré-amor.
Por fim, a solidão me enlouquece mas eu sei que é necessária - então, eu desliguei o celular para me impedir de qualquer ato impensado; já que eu preciso me reencontrar e conseguir estabilizar o meu equilíbrio sem ter ninguém por perto.
Depois disso, eu posso ter muitos pré-amores que não acabem em frustração (e eu não digo só por mim).
Segue agora a melhor música ever!
domingo, 6 de outubro de 2013
She and The Diamonds.
Every boyfriend is the one until otherwise proven
The good are never easy, the easy never good
And love it never happens like you think it really should
Deception and perfection are wonderful traits
One will breed love, the other hate
You'll find me in the lonely hearts
Under "I'm after a brand new start"
And I don't belong to anyone!
The good are never easy, the easy never good
And love it never happens like you think it really should
Deception and perfection are wonderful traits
One will breed love, the other hate
You'll find me in the lonely hearts
Under "I'm after a brand new start"
And I don't belong to anyone!
Girls and their curls and their gourmet vomit
Boys and their toys and their 6 inch rockets
We're all very lovely 'till we get to know each other
As we stop becoming friends and we start becoming lovers
Boys and their toys and their 6 inch rockets
We're all very lovely 'till we get to know each other
As we stop becoming friends and we start becoming lovers
I'm only happy when I'm on the run
I break a million hearts just for fun
I break a million hearts just for fun
I guess you could say that my life's a mess
But I'm still looking pretty in this dress
I'm the image of deception
But I'm still looking pretty in this dress
I'm the image of deception
When everything is life and death
You may feel like there's nothing left
Instead of love and trust and laughter
What you get is happy never after
But deep down all you want is love
The pure kind we all dream of
But we cannot escape the past
So you and I will never last...
You may feel like there's nothing left
Instead of love and trust and laughter
What you get is happy never after
But deep down all you want is love
The pure kind we all dream of
But we cannot escape the past
So you and I will never last...
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Vida Loka, Pt. I
"A mãe dos pecado capital é a vaidade,
Mas se é pra resolver, se envolver, vai meu nome, eu vô
Fazer o que se cadeia é pra homem?
Malandrão eu? Não, ninguém é bobo
Se quer guerra terá, se quer paz, quero em dobro
Mas, verme é verme, é o que é
Rastejando no chão, sempre embaixo do pé
E fala uma, duas vez, se marcar até três
Na quarta, xeque-mate que nem no xadrez!"
Mas se é pra resolver, se envolver, vai meu nome, eu vô
Fazer o que se cadeia é pra homem?
Malandrão eu? Não, ninguém é bobo
Se quer guerra terá, se quer paz, quero em dobro
Mas, verme é verme, é o que é
Rastejando no chão, sempre embaixo do pé
E fala uma, duas vez, se marcar até três
Na quarta, xeque-mate que nem no xadrez!"
domingo, 29 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Hit the road, Jack!
Caro, blog-diário-retardado-não-sei-mais-do-que-te-chamar-por-ser-energumena!
Voltei, ou não. Desativei a rede social por me distrair demais - quando eu preciso urgentemente me dedicar ao direito penal e constitucional!v(por isso, você se tornou o único veículo de expressão desnecessária)
Só Odin na causa para me tornar uma delegada. O negócio anda periclitante! Sequer consegui passar em um processo seletivo escrotíssimo de um call center... Que minha psiquê seja poupada no final de meus dias.
"And don't you come back no more!" e Ray Charles hoje, me seduz.
Só mais uma coisa, ontem eu tive um ataque de gargalhadas incessantes quando fui reler o meu até então 13º livro preferido. Amaldiçoou Sylvia Plath por tal feito!
A Esther faz mais um comentário ácido ao descrever um pênis ariano como: um pescoço de peru e sua goela! AHUAHUAHAUAHUHAUAHUAHUA EU MORRI!
E a visão enquanto termino esse post ilógico:
Uma pombinha esta tendo um péssimo cochilo relutando em minha janela. Coitada, até ela tem pesadelos. Chá de tiada!
Beijos, amigo. Até a próxima. :)
Voltei, ou não. Desativei a rede social por me distrair demais - quando eu preciso urgentemente me dedicar ao direito penal e constitucional!v(por isso, você se tornou o único veículo de expressão desnecessária)
Só Odin na causa para me tornar uma delegada. O negócio anda periclitante! Sequer consegui passar em um processo seletivo escrotíssimo de um call center... Que minha psiquê seja poupada no final de meus dias.
"And don't you come back no more!" e Ray Charles hoje, me seduz.
Só mais uma coisa, ontem eu tive um ataque de gargalhadas incessantes quando fui reler o meu até então 13º livro preferido. Amaldiçoou Sylvia Plath por tal feito!
A Esther faz mais um comentário ácido ao descrever um pênis ariano como: um pescoço de peru e sua goela! AHUAHUAHAUAHUHAUAHUAHUA EU MORRI!
E a visão enquanto termino esse post ilógico:
Uma pombinha esta tendo um péssimo cochilo relutando em minha janela. Coitada, até ela tem pesadelos. Chá de tiada!
Beijos, amigo. Até a próxima. :)
domingo, 25 de agosto de 2013
Revolução Sexual, uma ova.
Você se levanta para mais um dia de luta e a primeira coisa que te perguntam é:
"Nossa, como você conseguiu carregar sua avó até o banheiro? Você é uma menina." - e eu não sei se foi algo que dizia respeito a minha idade ou a minha vagina...
"Nossa, como você conseguiu carregar sua avó até o banheiro? Você é uma menina." - e eu não sei se foi algo que dizia respeito a minha idade ou a minha vagina...
Se eu expresso meus pensamentos em relação a relacionamento e sexo na faculdade, o que eu ouço é: "Nossa, Ana. Você é uma vadia." - eu só tenho palavras de amor e agradecimento em relação a mente bitolada de pessoas hipócritas que se escondem atrás de um saco escrotal!
Porquê se eu digo isso em uma roda só de meninas, elas ficam chocadas por eu não morrer de amores e não ligar sexo a casamento; e se eu digo algo em uma roda de meninos, é um absurdo prosseguir o assunto porquê além do mais, uma vagina não pode ouvir, muito menos opinar!
Que eu não ouse me zangar com piadas machistas! "Der, essa coisa de 'machismo' já ficou para trás, garota. Acompanhe sua era." - sim, eu já ouvi isso. sim, eu fiquei chocada. sim, eu me frustrei. sim, eu quebrei um copo nele já que não sou obrigada.
É incrível como as pessoas não enxergam a opressão sinistra e silenciosa que acontece logo abaixo dos narizes e acima das vaginas! São piadas escrotas, analogias ilógicas, limitações ignorantes e todo o tipo de opressão que eu já nem tenho paciência para lembrar sem me dar náuseas!
Digo uma coisa, apenas. Eu sou Ana antes de ser qualquer coisa, eu sou um homo sapiens sapiens, eu sou um animal racional, eu sou um humano estúpido, eu sou cidadã em uma civilização desajustada, eu sou feministx, eu sou sexuada, eu sou uma romancista; e não pense por um minuto que todo o preconceito e os ideais escrotos do mundo, possam me mudar em qualquer aspecto! Para os que não concordarem comigo, a porta há de ser sempre serventia da casa. Amém!
“[...]a sociedade aguarda ansiosamente por qualquer oportunidade de culpabilizar uma mulher por ter exercido livremente sua sexualidade, por ter sentido tesão, ainda que se venda uma falsa ideia de “liberdade sexual” e toda a classe média esteja contaminada com o suposto empoderamento das mulheres nesse sentido. A “libertação” sexual é estimulada, até um certo ponto, até que se possa manter o controle público sobre os limites da vida sexual das mulheres.
Ok, permitimos que vocês façam o que quiserem, mas arcarão com as consequências do sexismo ainda intocável que estrutura o pensamento, herança dos tempos mais brutais em que a libido feminina era crime – o pecado original cristão. Busque o prazer, os anticoncepcionais, as mil posições do Kama Sutra, o best seller de BDSM, mas saiba que em caso de gravidez indesejada o aborto é crime e vamos puni-la, em caso de sextorsão a culpa é sua por ter se exposto, em caso de estupro seu comportamento sexual será decisivo para culpá-la e durante o seu parto você será lembrada que “não gritou na hora de fazer”. Ouse escapar às regras e faremos você se arrepender do prazer que sentiu, se encher de remorso e culpa por cada orgasmo, porque, no fundo, tesão feminino ainda é exposto como motivo de vergonha no espaço público.”
Trecho extraído do blog Café Feminista.
sábado, 24 de agosto de 2013
Amar Amor
"Eu não tenho medo de te amar, depois morrer.
Porquê morrer de amor é viver!
Eu não tenho medo de te amar, depois morrer.
Porquê morrer de amor é viver!
É saber e não saber o que vai ser...
E mesmo assim, querer.
Amar, amar e assim morrer
De tanto te encontrar!
Amar, amar e assim morrer
De tanto te encontrar!
Nananananan nanananan nanan hum hum"
Ana Cañas rules!
Porquê morrer de amor é viver!
Eu não tenho medo de te amar, depois morrer.
Porquê morrer de amor é viver!
É saber e não saber o que vai ser...
E mesmo assim, querer.
Amar, amar e assim morrer
De tanto te encontrar!
Amar, amar e assim morrer
De tanto te encontrar!
Nananananan nanananan nanan hum hum"
Ana Cañas rules!
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Waiting for love!
"Cara, por favor, encha meu copo e me entregue o isqueiro, tenho um draminha pra contar hoje! Valeu, djow."
Hey shit blog, cá estou eu de novo. E ainda não compreendo minha necessidade de te contar o que me acontece... Mas reconheço o padrão: suspendi o rivotril (estou bem, obrigada!)
São erros e mudanças me arrastando pelos pecados capitais que nunca foram citados antes.
Já não sei dizer quantas vezes eu assisti "10 things I hate about you" e "Ps: I Love You", esperando que um dia o amor me arrebatasse com todas as suas garras melosas e dramáticas; com todo aquele ciúme encenado de quem está simplesmente cuidando do que te pertence e aqueles olhares intensos de quem sabe que agora o mundo pode desabar já que sua alma foi salva pelo tão super estimado: AMOR!
Mas ultimamente, reassistindo-os mais 13 vezes cada, notei que ninguém usa protetor solar (isso! exato!), ninguém escova dente, ninguém lava roupa ou passa! E pode dizer, blog: "Ana! Você enlouqueceu de vez!" e eu suponho que a loucura que me caiba melhor é aquela que eu escolho; não vou mais escolher a loucura de desejar intensamente a vida da Kat porquê... O Heath Ledger morreu e eles nem puderam fazer um remake do melhor filme de todos! Isso corrói todos os meus sentimentos de que tudo acabará bem... (preciso diminuir as reticências)
E mais uma vez, eu venho lamentar minhas escolhas, minha personalidade ácida-cômica-porralouca-nãomeimportocomminhamáreputação-vadia, e meu relacionamento me sufocando mais uma vez. E o motivo? Quem me dera houvesse motivo que amenizasse a chatice de uma rotina não desejada e o apetite sexual mudando de dono.
Mas, poxa... Por quê o amor não pode ser como eu quero? Eu sei essa resposta e nem pense em atropelar pensamentos enquanto lê o que eu tenho para falar! POR QUÊ EU TENHO A INSTABILIDADE AO MEU LADO! Yeah, SCORED!
Ok, para deixar claro a ironia do título! Agradeço intensamente a intenção, pensamento; mas, eu cansei de esperar pelo amor utópico e resolvi simplesmente ser alguém melhor. Pelo menos assim, eu tenho algo a acrescentar a sociedade além desses textos chorões daqui, ok?
Beijos, amiguinho. Até a próxima. With pride and joy, Ana Banana!
Hey shit blog, cá estou eu de novo. E ainda não compreendo minha necessidade de te contar o que me acontece... Mas reconheço o padrão: suspendi o rivotril (estou bem, obrigada!)
São erros e mudanças me arrastando pelos pecados capitais que nunca foram citados antes.
Já não sei dizer quantas vezes eu assisti "10 things I hate about you" e "Ps: I Love You", esperando que um dia o amor me arrebatasse com todas as suas garras melosas e dramáticas; com todo aquele ciúme encenado de quem está simplesmente cuidando do que te pertence e aqueles olhares intensos de quem sabe que agora o mundo pode desabar já que sua alma foi salva pelo tão super estimado: AMOR!
Mas ultimamente, reassistindo-os mais 13 vezes cada, notei que ninguém usa protetor solar (isso! exato!), ninguém escova dente, ninguém lava roupa ou passa! E pode dizer, blog: "Ana! Você enlouqueceu de vez!" e eu suponho que a loucura que me caiba melhor é aquela que eu escolho; não vou mais escolher a loucura de desejar intensamente a vida da Kat porquê... O Heath Ledger morreu e eles nem puderam fazer um remake do melhor filme de todos! Isso corrói todos os meus sentimentos de que tudo acabará bem... (preciso diminuir as reticências)
E mais uma vez, eu venho lamentar minhas escolhas, minha personalidade ácida-cômica-porralouca-nãomeimportocomminhamáreputação-vadia, e meu relacionamento me sufocando mais uma vez. E o motivo? Quem me dera houvesse motivo que amenizasse a chatice de uma rotina não desejada e o apetite sexual mudando de dono.
Mas, poxa... Por quê o amor não pode ser como eu quero? Eu sei essa resposta e nem pense em atropelar pensamentos enquanto lê o que eu tenho para falar! POR QUÊ EU TENHO A INSTABILIDADE AO MEU LADO! Yeah, SCORED!
Ok, para deixar claro a ironia do título! Agradeço intensamente a intenção, pensamento; mas, eu cansei de esperar pelo amor utópico e resolvi simplesmente ser alguém melhor. Pelo menos assim, eu tenho algo a acrescentar a sociedade além desses textos chorões daqui, ok?
Beijos, amiguinho. Até a próxima. With pride and joy, Ana Banana!
sábado, 17 de agosto de 2013
Fucking Feminist El Seven Fan Monster!
C'mon, dude, give me a WARGASM!
In one, two, three!
Someone is fucking my nights of good sleeping...
Freak Magnet! Jerk Appeal!
Yeah, you are one more thing;
Fix my engine and the tire goes flat...
It's one more thing that I can't have!
Politics messing with my rights;
There's nothing fun to do tonight!
So fuck me and mess with my hair
I know you want to see me bare!
My glance hits you like lightning
They say I'm fast and frightening
Dirty hair and a laugh that's mean
My neighbors call me an evil machine!
In one, two, three!
Someone is fucking my nights of good sleeping...
Freak Magnet! Jerk Appeal!
Yeah, you are one more thing;
Fix my engine and the tire goes flat...
It's one more thing that I can't have!
Politics messing with my rights;
There's nothing fun to do tonight!
So fuck me and mess with my hair
I know you want to see me bare!
My glance hits you like lightning
They say I'm fast and frightening
Dirty hair and a laugh that's mean
My neighbors call me an evil machine!
terça-feira, 13 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
Lacrimosa, Regina!
Man I have a terrible feeling that something's gone awfuly very wrong with the world
Is it something we made or is it something we ate
Is it something we drank... Hi I'm Icarus!
I'm falling from the dust of earth returning
Man for judgement must prepare;
Spare, oh god in mercy! Spare me!
We keep on burying our dead and we keep on planting their bones in the ground
But they won't grow and the sun doesn't help
And all we've got is a giant crop of names and dates!
Sinta suas veias azuis bombeando seu sangue azul que fará grande diferença enquanto adubarmos a terra de alguns milhões de anos a frente; onde ninguém plantará e ninguém colherá...
Seu carma será recolhido por um corpo reciclado e você já não é a mesma pessoa; mas você paga pelos erros do que foi e nada mudará isso. E acredite, suas reais crenças nunca importaram no seu pior momento de desespero; você acredita em tudo o que pode existir e se esquece que um dia foi ateu. No final das contas, você é salvo por um Deus Judeu e acaba tendo um Bar Mitzvah - onde quer que seja o Olimpo deles! E não subestime Alá ou Odin, você pode nascer com aids na sua 13ª reencarnação - já que você irá renascer até que entre em um estado de Nirvana.
Então continue, caminhe em direção ao dinheiro e ao conhecimento inútil que você perderá com a falência da alma (há quem questione) e não hesite em lamentar a vida. Não há lugar aqui para perdedores, sweety!
Here the story gets hazy and the hair gets too long
And the T.V. gets quiet as we hear a real bad song
The mothers get whiskey and the girlfriends get tongue
And there's a back of a truck selling smoke free lungs
And there's a back of a truck selling alien pods
And there's a back of a truck selling game show hosts
And there's a back of a truck selling the souls of the dead
And there's a back of a truck selling crumb free bread
This is New York! This is Brazil! This is fucking lazy... And I hate life, but they told me too forget that. So, guess what?
Hey, man! Give me another shot of "Get over it!". I might use one along the way...
Tell my parents to stop calling me, I'm trying to survive here! Oh, christ.
Is it something we made or is it something we ate
Is it something we drank... Hi I'm Icarus!
I'm falling from the dust of earth returning
Man for judgement must prepare;
Spare, oh god in mercy! Spare me!
"Lacrimosa dies illa
Qua resurget ex favilla
Judicandus homo reus.
Huic ergo parce, Deus." - Dies Irae (Missa de Réquiem)
(Lágrimas, aquele dia de lágrimas
Em que ressurgirá das cinzas
Os culpados para serem julgados.
Portanto, poupe-os, Senhor!)
We keep on burying our dead and we keep on planting their bones in the ground
But they won't grow and the sun doesn't help
And all we've got is a giant crop of names and dates!
Sinta suas veias azuis bombeando seu sangue azul que fará grande diferença enquanto adubarmos a terra de alguns milhões de anos a frente; onde ninguém plantará e ninguém colherá...
Seu carma será recolhido por um corpo reciclado e você já não é a mesma pessoa; mas você paga pelos erros do que foi e nada mudará isso. E acredite, suas reais crenças nunca importaram no seu pior momento de desespero; você acredita em tudo o que pode existir e se esquece que um dia foi ateu. No final das contas, você é salvo por um Deus Judeu e acaba tendo um Bar Mitzvah - onde quer que seja o Olimpo deles! E não subestime Alá ou Odin, você pode nascer com aids na sua 13ª reencarnação - já que você irá renascer até que entre em um estado de Nirvana.
Então continue, caminhe em direção ao dinheiro e ao conhecimento inútil que você perderá com a falência da alma (há quem questione) e não hesite em lamentar a vida. Não há lugar aqui para perdedores, sweety!
Here the story gets hazy and the hair gets too long
And the T.V. gets quiet as we hear a real bad song
The mothers get whiskey and the girlfriends get tongue
And there's a back of a truck selling smoke free lungs
And there's a back of a truck selling alien pods
And there's a back of a truck selling game show hosts
And there's a back of a truck selling the souls of the dead
And there's a back of a truck selling crumb free bread
This is New York! This is Brazil! This is fucking lazy... And I hate life, but they told me too forget that. So, guess what?
Hey, man! Give me another shot of "Get over it!". I might use one along the way...
Tell my parents to stop calling me, I'm trying to survive here! Oh, christ.
domingo, 28 de julho de 2013
Rebirth...
Essa noite, enquanto estava dentro do carro com meu padrasto e minha mãe aguardando o semáforo fechado, me deparei com uma das visões da realidade individualista e fria desse plano material - assumindo que exista outro onde receberemos o merecido a cada um.
Um senhor de idade, muito magro, negro, com aparência de alguém que já sofreu demais - um cansaço tanto físico quanto mental; estava tentando atravessar a rua em direção ao hospital do outro lado. Ele possuia uma bolsa plástica transparente com alguns tubos conectados embaixo da roupa pendurada em sua cintura, o que aparentava um estado clínico ainda mais grave do que eu jamais poderia descrever por não ter noção alguma sobre isso...
Enquanto eu estava dentro do carro, eu o observei pedindo ajuda a uma mulher com um semblante amargo e frio de quem achava que ele era algum mendigo sem casa ou família que não merecia qualquer atenção de alguém (no caso, ela) tão importante e com a vida caminhando ao nada que ela tanto imagina ser o grande futuro que a livrará de ser alguém ruim o suficiente para não contribuir a sociedade sequer quando respira...
Então, minha mãe disse: "Ana, desce do carro e vai ajudá-lo a atravessar a rua..." mas eu insisti em uma esperança vaga de que a mulher não fosse realmente negar ajuda aquele pobre senhor.
- Ana! Desce do carro e vá ajudá-lo. - minha mãe já disse com um tom de seriedade piedosa.
Com a morte da esperança em que as pessoas poderiam ser um pouco menos individualistas e medrosas, eu me apressei a ajudá-lo. E durante nossa breve e vagarosa caminhada até o outro lado da rua, ele disse com pesar e um pouco de solidão rancorosa de quem já não confiava em ninguém:
- As pessoas não gostam de nos ajudar. Eu pedi ajuda aquela moça quatro vezes e as quatro ela disse que eu podia ir sozinho, mas tudo o que eu precisava era de alguém que enxergasse melhor que eu para evitar que eu fosse atropelado. Mas ninguém se importa, na verdade.
Eu o deixei no hospital com o coração partido e então eu refleti sobre a minha condição mental que fora diagnosticada como depressão... Dizem que a depressão é a doença do egoísta. Mas, me diga quem lê, é egoísmo me sentir tão ruim quando vejo o sofrimento e a dor que as pessoas sentem? É egoísmo o fato de me sentir tão mal por não poder salvar uma ou duas pessoas, um ou dois animais perdidos?
Penso que a depressão não é como o senso comum dita, não é alguém egoísta. Mas alguém com esperança demais, acostumado a viver com plena confiança no bem e na melhora do mundo para todos, alguém com necessidade de ver as pessoas e os animais felizes e bem cuidados, com um propósito para viver para que assim pudesse criar o seu próprio propósito sem temer que um dia seja mais uma vítima da vida... Como eu já fui por muitos anos e não tive ninguém para me livrar dela.
Talvez se eu aprendesse a controlar a minha necessidade de controle (essa foi boa!) e me contentasse em ajudar a todos que posso, vivendo para isso ao invés de morrer e não poder ajudar ninguém; talvez eu fosse mais contente. Talvez eu me libertasse da minha pior inimiga - olá, mente.
E é isso, acontecimentos recentes me fizeram tentar mais uma vez um renascimento. E sim, a cada vez é mais cansativo ter que me remodelar, ter que me moldar a mercê do que eu posso alcançar de verdade. Me adaptar a realidade de que os meus ideais não passam de ideais, por hora...
Um senhor de idade, muito magro, negro, com aparência de alguém que já sofreu demais - um cansaço tanto físico quanto mental; estava tentando atravessar a rua em direção ao hospital do outro lado. Ele possuia uma bolsa plástica transparente com alguns tubos conectados embaixo da roupa pendurada em sua cintura, o que aparentava um estado clínico ainda mais grave do que eu jamais poderia descrever por não ter noção alguma sobre isso...
Enquanto eu estava dentro do carro, eu o observei pedindo ajuda a uma mulher com um semblante amargo e frio de quem achava que ele era algum mendigo sem casa ou família que não merecia qualquer atenção de alguém (no caso, ela) tão importante e com a vida caminhando ao nada que ela tanto imagina ser o grande futuro que a livrará de ser alguém ruim o suficiente para não contribuir a sociedade sequer quando respira...
Então, minha mãe disse: "Ana, desce do carro e vai ajudá-lo a atravessar a rua..." mas eu insisti em uma esperança vaga de que a mulher não fosse realmente negar ajuda aquele pobre senhor.
- Ana! Desce do carro e vá ajudá-lo. - minha mãe já disse com um tom de seriedade piedosa.
Com a morte da esperança em que as pessoas poderiam ser um pouco menos individualistas e medrosas, eu me apressei a ajudá-lo. E durante nossa breve e vagarosa caminhada até o outro lado da rua, ele disse com pesar e um pouco de solidão rancorosa de quem já não confiava em ninguém:
- As pessoas não gostam de nos ajudar. Eu pedi ajuda aquela moça quatro vezes e as quatro ela disse que eu podia ir sozinho, mas tudo o que eu precisava era de alguém que enxergasse melhor que eu para evitar que eu fosse atropelado. Mas ninguém se importa, na verdade.
Eu o deixei no hospital com o coração partido e então eu refleti sobre a minha condição mental que fora diagnosticada como depressão... Dizem que a depressão é a doença do egoísta. Mas, me diga quem lê, é egoísmo me sentir tão ruim quando vejo o sofrimento e a dor que as pessoas sentem? É egoísmo o fato de me sentir tão mal por não poder salvar uma ou duas pessoas, um ou dois animais perdidos?
Penso que a depressão não é como o senso comum dita, não é alguém egoísta. Mas alguém com esperança demais, acostumado a viver com plena confiança no bem e na melhora do mundo para todos, alguém com necessidade de ver as pessoas e os animais felizes e bem cuidados, com um propósito para viver para que assim pudesse criar o seu próprio propósito sem temer que um dia seja mais uma vítima da vida... Como eu já fui por muitos anos e não tive ninguém para me livrar dela.
Talvez se eu aprendesse a controlar a minha necessidade de controle (essa foi boa!) e me contentasse em ajudar a todos que posso, vivendo para isso ao invés de morrer e não poder ajudar ninguém; talvez eu fosse mais contente. Talvez eu me libertasse da minha pior inimiga - olá, mente.
E é isso, acontecimentos recentes me fizeram tentar mais uma vez um renascimento. E sim, a cada vez é mais cansativo ter que me remodelar, ter que me moldar a mercê do que eu posso alcançar de verdade. Me adaptar a realidade de que os meus ideais não passam de ideais, por hora...
quinta-feira, 13 de junho de 2013
After the S. Letter
Eu tenho a noção que tudo que nos acontece durante a vida é essencial ao acrescentar a originalidade individual que possuímos. Creio fortemente que arrependimentos fazem parte do processo de não simplesmente se tornar o que você é, mas também o fato de ser o que se é.
Na verdade, se trata de um arrependimento empático a partir do momento em que percebi que não feria apenas a mim, mas as pessoas mais próximas que sempre estiveram ao meu lado. Até mesmo as que eu acreditava que não estavam e no fim estiveram.
E é lamentável mesmo que eu tenha me tornado o ser mais egoísta e tudo aquilo que desprezo devido aos óculos do sofrimento que resolvi carregar diariamente. Os meus erros e minhas dores são responsabilidade minha, mas o que eu faço com a minha vida dentro de uma família, pelo jeito é mais importante do que menosprezar as pessoas que eu amo simplesmente por pensar que elas não podem me julgar sem nunca terem carregado o corpo e a mente que carrego.
Aparentemente, meu psiquiatra não pôde prever a perda de noção com o avanço da doença ou ele realmente acreditou que me dopar me traria a cura... Não, eu não estou tentando argumentar pelo que fiz ou encontrar desculpas tangíveis, mas sabe de uma coisa, no fundo eu realmente não compreendo o que me levou à tudo isso.
Por fim, lamento não ter atendido ligações, não ter respondido mensagens e quaisquer outras ações que eu tenha tomado na última semana; agora se trata de uma questão de honra ao que me resta de consciência, eu melhorarei!
Na verdade, se trata de um arrependimento empático a partir do momento em que percebi que não feria apenas a mim, mas as pessoas mais próximas que sempre estiveram ao meu lado. Até mesmo as que eu acreditava que não estavam e no fim estiveram.
E é lamentável mesmo que eu tenha me tornado o ser mais egoísta e tudo aquilo que desprezo devido aos óculos do sofrimento que resolvi carregar diariamente. Os meus erros e minhas dores são responsabilidade minha, mas o que eu faço com a minha vida dentro de uma família, pelo jeito é mais importante do que menosprezar as pessoas que eu amo simplesmente por pensar que elas não podem me julgar sem nunca terem carregado o corpo e a mente que carrego.
Aparentemente, meu psiquiatra não pôde prever a perda de noção com o avanço da doença ou ele realmente acreditou que me dopar me traria a cura... Não, eu não estou tentando argumentar pelo que fiz ou encontrar desculpas tangíveis, mas sabe de uma coisa, no fundo eu realmente não compreendo o que me levou à tudo isso.
Por fim, lamento não ter atendido ligações, não ter respondido mensagens e quaisquer outras ações que eu tenha tomado na última semana; agora se trata de uma questão de honra ao que me resta de consciência, eu melhorarei!
domingo, 26 de maio de 2013
Suddenly I see...
Enquanto assisto o último episódio do meu favorito seriado perturbado, segurando um cigarro entre os lábios e passando a língua no meu recém rachado dente (sim, chorei com isso!); percebo o motivo por tamanho apreço por esse seriado psicótico...
A satisfação pelo caos é extremamente perturbadora, mas mais perturbador é a tentativa constante de fugir dele...
Eu sempre pensei na vida como estando em um futuro distante, sem me dar conta que eu já vivia. Por mais ridículo que pareça, a maioria das pessoas vivem assim.
Me fizeram acreditar que o que eu sou e o que eu possuo (até onde o mundo material me permite) não é nada do que eu quero e não é a realidade, na verdade, a realidade chegaria assim que eu alcançasse um cargo bom em alguma carreira gratificante que os meus pais acham que eu caberia.
Para não ser injusta, eu nunca dei a mínima para o que eles pensam, mas no final do dia quando você se deita e sua mente não para de funcionar, você se questiona: e se eles estiverem certos?
É deprimente ser controlada por uma psiquê descontrolada!
Nos últimos dias, conheci inúmeras pessoas que já têm toda a sua vida designada, toda a sua futura história traçada; como se realmente soubessem onde vão, o que farão e o que querem... Não é uma crítica e sim uma invejinha (mas não a verde!) pois no final do dia eu tomo uma pílula receitada pelo psiquiatra para simplesmente anestesiar o vazio de não saber o que eu quero... Mais do que isso, anestesiar meus sonhos abafados pelo vazio que eu escolhi que se encaixaria melhor a mim.
No fundo do peito ainda existe aquela menininha entusiasmada por ter ganhado o concurso de literatura da 3ª série, por ter ganhado uma publicação de poesia no livro "Máscaras" aos 13 anos e o orgulho de sempre ter me conhecido tão bem, de sempre saber como me expressar e acima de tudo, sempre escrever como se meus lábios e sentimentos vivessem nas pontas dos dedos.
Sabe, não é como se eu quisesse ter toda a minha vida planejada, como se eu quisesse que alguém tivesse implantado por lobotomia sonhos alcançáveis e fáceis; é apenas o reconhecimento da simplicidade que é tudo que eu amo e aprecio, sem ter que acelerar a fala para que dê tempo de falar tudo o que eu tenho programado e articulado para o resto da minha vida...
É a competição de ser sempre melhor e maior que os outros. Eu só não consigo acompanhar, não por realmente não conseguir, mas por não ter paciência em criar toda uma ideia de vida perfeita que quando eu alcançar não fará o menor sentido ou seria ainda pior e eu teria êxito em alcançar a frustração de não conseguir ser boa o suficiente... E a propósito, ser boa o suficiente é uma questão de ponto de vista.
Caro blog, não deixe transparecer minha insegurança. Ainda tenho uma imagem a zelar! E viva as máscaras pelas quais eu escrevia há anos atrás...
A satisfação pelo caos é extremamente perturbadora, mas mais perturbador é a tentativa constante de fugir dele...
Eu sempre pensei na vida como estando em um futuro distante, sem me dar conta que eu já vivia. Por mais ridículo que pareça, a maioria das pessoas vivem assim.
Me fizeram acreditar que o que eu sou e o que eu possuo (até onde o mundo material me permite) não é nada do que eu quero e não é a realidade, na verdade, a realidade chegaria assim que eu alcançasse um cargo bom em alguma carreira gratificante que os meus pais acham que eu caberia.
Para não ser injusta, eu nunca dei a mínima para o que eles pensam, mas no final do dia quando você se deita e sua mente não para de funcionar, você se questiona: e se eles estiverem certos?
É deprimente ser controlada por uma psiquê descontrolada!
Nos últimos dias, conheci inúmeras pessoas que já têm toda a sua vida designada, toda a sua futura história traçada; como se realmente soubessem onde vão, o que farão e o que querem... Não é uma crítica e sim uma invejinha (mas não a verde!) pois no final do dia eu tomo uma pílula receitada pelo psiquiatra para simplesmente anestesiar o vazio de não saber o que eu quero... Mais do que isso, anestesiar meus sonhos abafados pelo vazio que eu escolhi que se encaixaria melhor a mim.
No fundo do peito ainda existe aquela menininha entusiasmada por ter ganhado o concurso de literatura da 3ª série, por ter ganhado uma publicação de poesia no livro "Máscaras" aos 13 anos e o orgulho de sempre ter me conhecido tão bem, de sempre saber como me expressar e acima de tudo, sempre escrever como se meus lábios e sentimentos vivessem nas pontas dos dedos.
Sabe, não é como se eu quisesse ter toda a minha vida planejada, como se eu quisesse que alguém tivesse implantado por lobotomia sonhos alcançáveis e fáceis; é apenas o reconhecimento da simplicidade que é tudo que eu amo e aprecio, sem ter que acelerar a fala para que dê tempo de falar tudo o que eu tenho programado e articulado para o resto da minha vida...
É a competição de ser sempre melhor e maior que os outros. Eu só não consigo acompanhar, não por realmente não conseguir, mas por não ter paciência em criar toda uma ideia de vida perfeita que quando eu alcançar não fará o menor sentido ou seria ainda pior e eu teria êxito em alcançar a frustração de não conseguir ser boa o suficiente... E a propósito, ser boa o suficiente é uma questão de ponto de vista.
Caro blog, não deixe transparecer minha insegurança. Ainda tenho uma imagem a zelar! E viva as máscaras pelas quais eu escrevia há anos atrás...
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Make her feel
O momento habitual em que ela se encontrou cansada de estar sempre disposta a tudo...
Se levantou pela manhã procurando algo que pudesse fazê-la seguir em frente, questionando a maturidade de seus cruéis pensamentos.
Enquanto encarava seu rosto cansado, cheio de marcas do passado, mastigava o que restava do pesadelo de ir dormir e sempre sonhar com sua realidade.
Pobre dela que não podia reivindicar nada do que sentia, apenas sentar-se à lareira lastimando a veracidade de seus últimos atos.
Estava tudo bem enquanto ela estava mergulhada na mais funda poça de seus sofrimentos, de seus mais trágicos problemas; ela não consegue lidar com a calmaria do mar...
O significado da vida até então era sobreviver a pressão de ser quem era, de ter nascido no meio em que nasceu. Era saber distinguir seus momentos de sanidade absoluta e completo descontrole. Ela já não era ela mesma.
Quando ela acordava mergulhada na esperança de que um dia seus problemas terminariam, estava anestesiada para a banalidade que é viver. Agora que se encontra livre de seus costumeiros dramas não pode mais seguir sem um anestésico que lhe faça sentir... Sentir algo que até então não lhe havia uma definição precisa. Era simplesmente o verbo em sua mais pura expressão: SENTIR!
Façam-na sentir!
Se levantou pela manhã procurando algo que pudesse fazê-la seguir em frente, questionando a maturidade de seus cruéis pensamentos.
Enquanto encarava seu rosto cansado, cheio de marcas do passado, mastigava o que restava do pesadelo de ir dormir e sempre sonhar com sua realidade.
Pobre dela que não podia reivindicar nada do que sentia, apenas sentar-se à lareira lastimando a veracidade de seus últimos atos.
Estava tudo bem enquanto ela estava mergulhada na mais funda poça de seus sofrimentos, de seus mais trágicos problemas; ela não consegue lidar com a calmaria do mar...
O significado da vida até então era sobreviver a pressão de ser quem era, de ter nascido no meio em que nasceu. Era saber distinguir seus momentos de sanidade absoluta e completo descontrole. Ela já não era ela mesma.
Quando ela acordava mergulhada na esperança de que um dia seus problemas terminariam, estava anestesiada para a banalidade que é viver. Agora que se encontra livre de seus costumeiros dramas não pode mais seguir sem um anestésico que lhe faça sentir... Sentir algo que até então não lhe havia uma definição precisa. Era simplesmente o verbo em sua mais pura expressão: SENTIR!
Façam-na sentir!
terça-feira, 12 de março de 2013
Após a discórdia o silêncio...
E é como mais uma daquelas reflexões em que eu lastimo:
"Onde foi que começou o meu vacilo?" - e eu me lembro que definitivamente não sou fácil de lidar, mas só lida comigo quem quer. Nunca implorei ou implorarei amizades. Fica por mim, quem gosta.
Mas é triste perceber que as vezes por mais que eu não vacile, ainda existam amigos que deixam a desejar demais. Simplesmente demonstram que não são amigos e ponto, fim da história.
Como agir? Eu me pergunto... Mas é isso, traçar novos caminhos, escolher novas pessoas, seguir rumos nunca seguidos antes e ser eu mesma sempre; a Blancato - personalidade forte, engraçada, estúpida, sarcástica, ácida e por fim, amorosa. E repito, fica por mim quem quer, lida comigo quem gosta e eu nunca precisei brigar por amizade. Além do mais, o mundo tem tanta gente que dá para reciclar amigos diariamente e continuar com um circulo grande de amizades...
Amém!
"Onde foi que começou o meu vacilo?" - e eu me lembro que definitivamente não sou fácil de lidar, mas só lida comigo quem quer. Nunca implorei ou implorarei amizades. Fica por mim, quem gosta.
Mas é triste perceber que as vezes por mais que eu não vacile, ainda existam amigos que deixam a desejar demais. Simplesmente demonstram que não são amigos e ponto, fim da história.
Como agir? Eu me pergunto... Mas é isso, traçar novos caminhos, escolher novas pessoas, seguir rumos nunca seguidos antes e ser eu mesma sempre; a Blancato - personalidade forte, engraçada, estúpida, sarcástica, ácida e por fim, amorosa. E repito, fica por mim quem quer, lida comigo quem gosta e eu nunca precisei brigar por amizade. Além do mais, o mundo tem tanta gente que dá para reciclar amigos diariamente e continuar com um circulo grande de amizades...
Amém!
terça-feira, 5 de março de 2013
Le amor...
Caro blig-blog-blogger-pseudodiário-que-muda-sempre-e-nunca-me-lembro, como é um saco eu sempre voltar e dizer a mesma coisa sobre tudo: o amor sucks, o amor é lindo, o amor me alimenta, o amor me domina, o amor me mata, o amor me desanima, o amor é rio, o amor é quente, o amor é frio como pedra que quebra dente. TUNTS-TÁ! Beijos para quem tem uma relação homoafetiva e supera os parâmetros de um relacionamento contemporâneo no meio hétero...
Mas e é isso, blog. Cá estou eu, me redimindo novamente, dizendo pela milésima vez que essa será a última das minhas tentativas nesses relacionamento conturbado que eu tanto aprecio estar.
Dessa vez, percebi que amo mais os defeitos dele - pena que ainda mais a vontade de querer mudá-los; percebi que somos tão diferentes intelectualmente quanto iguais no gênio; percebi que não é simplesmente lindo, mas também magnífico saber que enquanto eu questionava minha dor no silêncio da minha solidão, meus pensamentos poderiam estar encontrando os dele em algum plano paralelo de amores sofríveis... E viva os geniosos, orgulhosos, irracionais e briguentos que não conseguem estabelecer um elo de comunicação e assim poupar a sociedade da contínua mudança de status no facebook. Bom, novamente, foda-se a sociedade. Eu gosto é do complicado, eu gosto é do intenso, eu gosto é desse amor, gosto de nós dois de rostos colados enquanto brigamos por pizza ou sanduíche, gosto dos insultos inocentes dele quando diz 'Não tem necessidade de você ser assim' - e no fundo ele sabe que não me amaria tanto se eu não fosse tão complexa assim; e por fim, eu gosto do Weverton. Eu amo cada característica nele, cada decímetro daquele cabelo mal cuidado, cada fiapinho de semi-barba rala que ele tem, eu amo simplesmente o fato de amá-lo e por mais que eu seja assim - complicada, neurótica, paranóica, controladora, impulsiva e bringuenta; é significantemente belíssimo ser correspondida pelo meu completo oposto, um cara desligado, machista, palhação, ingênuo e todas as características que poderiam nos diferir possíveis nesse mundo! E assim, eu início mais uma etapa desse nosso relacionamento que se prolonga - entre idas e vindas, mas sempre com amor; como uma nova pessoa, com novos objetivos, com uma perspectiva melhor de como me portar em um relacionamento, aprendendo com os erros do passado e lidando com o presente de uma forma tranquila. Amém, Gregory House! (cada um com o seu Deus)
Mas e é isso, blog. Cá estou eu, me redimindo novamente, dizendo pela milésima vez que essa será a última das minhas tentativas nesses relacionamento conturbado que eu tanto aprecio estar.
Dessa vez, percebi que amo mais os defeitos dele - pena que ainda mais a vontade de querer mudá-los; percebi que somos tão diferentes intelectualmente quanto iguais no gênio; percebi que não é simplesmente lindo, mas também magnífico saber que enquanto eu questionava minha dor no silêncio da minha solidão, meus pensamentos poderiam estar encontrando os dele em algum plano paralelo de amores sofríveis... E viva os geniosos, orgulhosos, irracionais e briguentos que não conseguem estabelecer um elo de comunicação e assim poupar a sociedade da contínua mudança de status no facebook. Bom, novamente, foda-se a sociedade. Eu gosto é do complicado, eu gosto é do intenso, eu gosto é desse amor, gosto de nós dois de rostos colados enquanto brigamos por pizza ou sanduíche, gosto dos insultos inocentes dele quando diz 'Não tem necessidade de você ser assim' - e no fundo ele sabe que não me amaria tanto se eu não fosse tão complexa assim; e por fim, eu gosto do Weverton. Eu amo cada característica nele, cada decímetro daquele cabelo mal cuidado, cada fiapinho de semi-barba rala que ele tem, eu amo simplesmente o fato de amá-lo e por mais que eu seja assim - complicada, neurótica, paranóica, controladora, impulsiva e bringuenta; é significantemente belíssimo ser correspondida pelo meu completo oposto, um cara desligado, machista, palhação, ingênuo e todas as características que poderiam nos diferir possíveis nesse mundo! E assim, eu início mais uma etapa desse nosso relacionamento que se prolonga - entre idas e vindas, mas sempre com amor; como uma nova pessoa, com novos objetivos, com uma perspectiva melhor de como me portar em um relacionamento, aprendendo com os erros do passado e lidando com o presente de uma forma tranquila. Amém, Gregory House! (cada um com o seu Deus)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
What I needed.
"Every single broken part of me. Forgot who I could be."
Caro blog, mais uma vez, cá estou.
Me sinto estranha. Me sinto deslocada. Perdida em tempo e espaço.
Como se estivesse anestesiada pela realidade de não mais pertencer a alguns grupos sociais.
Talvez seja fase de adaptação ou inadequação mesmo. Como distinguir?
A faculdade de Direito é algo realmente nobre, mas questiono se me cabe...
Como saber exatamente onde posso me encaixar? Em quem me encaixar?
Como definir toda a minha vida em um cubinho mágico com cores rasuradas?
Claro que meus devaneios de hoje se tornarão piadas de amanhã. E o que seria a vida além de uma variável inconstante cômica-dramática? E viva o meu drama. Que parece ser a única constante da minha vida, principalmente se aproximando do meu ciclo de mocinha...
Porra de sociedade. Um beijo para quem é louco. <3 br="">3>
Caro blog, mais uma vez, cá estou.
Me sinto estranha. Me sinto deslocada. Perdida em tempo e espaço.
Como se estivesse anestesiada pela realidade de não mais pertencer a alguns grupos sociais.
Talvez seja fase de adaptação ou inadequação mesmo. Como distinguir?
A faculdade de Direito é algo realmente nobre, mas questiono se me cabe...
Como saber exatamente onde posso me encaixar? Em quem me encaixar?
Como definir toda a minha vida em um cubinho mágico com cores rasuradas?
Claro que meus devaneios de hoje se tornarão piadas de amanhã. E o que seria a vida além de uma variável inconstante cômica-dramática? E viva o meu drama. Que parece ser a única constante da minha vida, principalmente se aproximando do meu ciclo de mocinha...
Porra de sociedade. Um beijo para quem é louco. <3 br="">3>
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
The End.
Meu querido blog, venho por meio deste lhe contar sobre os mais fatídicos acontecimentos recentes...
Comecemos por abrir o facebook há alguns dias atrás e me deparar com nada mais nada menos que uma prepotente, petulante, lastimante e ridícula mensagem de inúmeras linhas muito bem calculadas por um previsível, sistemático e neurótico fulano que me pedia desculpas por 'ter despertado em mim, o que em vão, ele tentava despertar nele'... tsc... tsc... tsc... Triste perceber como o bom senso já não faz parte dessa densa realidade. Dizendo isso, devo complementar a história...
Tudo começa com a minha admiração por pessoas quebradas - para não dizer limitadas em algum aspecto; e eu fiquei a-d-m-i-r-a-d-a com tal fulano que realmente correspondia as minha expectativas sobre seres humanos evoluídos - não digo paixão, amor e muito menos algo sexual.
Como boa falante que sou, disse à Deus e mundo o que eu pensava e sentia em relação a ele. E dentro de poucos dias, já esperando por isso, levei uma bruta 'catracada' do fulano para que: 'no que você puder evitar de tocar no meu nome, eu aprecio'... Claro, compreendamos que existem pessoas previsivelmente controladoras e discretas!
Bom, acabando de sair de um recalque tremendo, chorando as pitangas sobre meu término de relacionamento - que na época eu achava que seria eterno; eu não sou o tipo de pessoa que força, finge, tenta de todas as formas quaisquer sentimentos ou emoções que não me cabem. Sendo assim, quando o fulano me mandou mensagens desesperantes de 'estou apaixonado' não pude fazer nada a não ser não correspondê-lo - também porquê não me envolveria com outro instável, previsível e neurótico tãããooo cedo! No entanto, sempre há aquela brecha de 'Nossa, ele realmente poderia me fazer feliz. Somos muito parecidos e a conversa flui.'
Leve em conta que isso aconteceu em um tempo realmente minúsculo, já que na quinta recebi a mensagem que eu levaria algum tempo para digerir e na sexta eu me deparo com a cena mais ridícula de todos os tempos... O fulano, em um evento semi profissional - social, praticamente fode uma supervisora casada de outra operação. E então, lhe pergunto! Cadê a discrição? Cadê a integridade? Levando também em conta que ele fez questão que todos os meus amigos e companheiros de trabalho que estavam naquele ambiente soubessem da nossa 'relação', cadê a PORCARIA do respeito?
Cara, na moral, na minha opinião, não faz realmente a menor diferença o que você faz do seu pinto ou não. Enfiá-lo no lixo é opção sua, mas puts... Me pediu que calasse diante dos elogios que eu fazia em relação a ele e ainda quer agir como se restasse alguma dignidade na alma, SUPONDO que eu estava apaixonada e que o que eu sinto é RECALQUE? Meu caro, obviamente não me conhece. O que sinto é repulsa... Indiferença... Já havia lido na sua testa o que poderia esperar do seu cárater, mas há sempre aquela ponta de 'nossa, pode ser que dê'. Não, não dá.
Segundo acontecimento, esse eu realmente espero que enfie o pinto no lixo e espera crescer um cogumelo colorido. AMÉM!
Após quatro meses de recalque, barra, luto, barra, vadiante, barra, sem vergonha; eu resolvi me declarar e tentar reerguer o que eu queria do meu relacionamento de três anos e o que ouvi? Toma aí:
- Ana, nós não damos certo. Você sabe disso. Não vou mudar, não quero mudar. Não quero mais ficar com você. Você não gosta dos meus amigos. Quero cuidar de mim, gosto de estar sozinho.
Resumindo as doces facadas que levei no peito enquanto as lágrimas desciam fervendo já que eu havia mudado de uma forma tremenda em tão pouco tempo e ele não... E por que você ainda lastima uma relação dessas? Porque recalque é vendido a preço de banana nesse mundo. Fui criada pelo recalque e amamentada pelo caos! Que Deus me ajude.
Então, sou obrigada a saber pela boca dos outros (óbvio!) que ele está bem e feliz, ficando com uma colega de trabalho e que não sente minha falta... E o que dói? Dói perceber que eu ainda me recalquei por isso... Dói perceber que eu vadiei tentando esquecer isso! Meu corpo e minha mente, meu maior templo, eu deixei ser violado pela banalidade da puta vida boêmia, por RECALQUE? Meu Budda! Me auxilie, por que o que eu sinto é revolta por ter me deixado cegar por situações ridículas, pessoas ridículas... Felizmente, não caio no conto de ninguém, tem que ter garra para me derrubar! Mas puts, FOI POR POUCO! Dessa vez, foi por pouquissimo, que não faço uma burrada e tento reatar uma droga de amor lixo que não me auxiliava mais em nada...
E para concluir, que fulaninho e ex sejam felizes... Mas felizes, onde? Na casa do caralho. Esse é o nome do buteco onde eu armazeno a minha maior indiferença. E peço mais uma coisa, mandem um beijo e um abraço ao meu querido pai que deve estar embriagado - como na minha infância; dizendo como eu não ligo ou não me importo com ele - como na adolescência; e por fim sem mais nada a dizer sobre mim já que agora a única relação que temos é a indiferença e o desapego.
Espero que realmente saibam a situação que deixaram tudo, não pensem por um momento que algum dia lhes darei a OPORTUNIDADE de corrigir isso... Vacilar comigo é só uma vez. Claro, vocês foram perdoados, de fato. Mas não por vocês e sim por mim. Apenas! E por isso mesmo, nunca mais terão a chance de me frustrar...
Beijos e boa noite, blog. Agora eu irei ao meu diário em papel que me aguarda! <3 br="">3>
Comecemos por abrir o facebook há alguns dias atrás e me deparar com nada mais nada menos que uma prepotente, petulante, lastimante e ridícula mensagem de inúmeras linhas muito bem calculadas por um previsível, sistemático e neurótico fulano que me pedia desculpas por 'ter despertado em mim, o que em vão, ele tentava despertar nele'... tsc... tsc... tsc... Triste perceber como o bom senso já não faz parte dessa densa realidade. Dizendo isso, devo complementar a história...
Tudo começa com a minha admiração por pessoas quebradas - para não dizer limitadas em algum aspecto; e eu fiquei a-d-m-i-r-a-d-a com tal fulano que realmente correspondia as minha expectativas sobre seres humanos evoluídos - não digo paixão, amor e muito menos algo sexual.
Como boa falante que sou, disse à Deus e mundo o que eu pensava e sentia em relação a ele. E dentro de poucos dias, já esperando por isso, levei uma bruta 'catracada' do fulano para que: 'no que você puder evitar de tocar no meu nome, eu aprecio'... Claro, compreendamos que existem pessoas previsivelmente controladoras e discretas!
Bom, acabando de sair de um recalque tremendo, chorando as pitangas sobre meu término de relacionamento - que na época eu achava que seria eterno; eu não sou o tipo de pessoa que força, finge, tenta de todas as formas quaisquer sentimentos ou emoções que não me cabem. Sendo assim, quando o fulano me mandou mensagens desesperantes de 'estou apaixonado' não pude fazer nada a não ser não correspondê-lo - também porquê não me envolveria com outro instável, previsível e neurótico tãããooo cedo! No entanto, sempre há aquela brecha de 'Nossa, ele realmente poderia me fazer feliz. Somos muito parecidos e a conversa flui.'
Leve em conta que isso aconteceu em um tempo realmente minúsculo, já que na quinta recebi a mensagem que eu levaria algum tempo para digerir e na sexta eu me deparo com a cena mais ridícula de todos os tempos... O fulano, em um evento semi profissional - social, praticamente fode uma supervisora casada de outra operação. E então, lhe pergunto! Cadê a discrição? Cadê a integridade? Levando também em conta que ele fez questão que todos os meus amigos e companheiros de trabalho que estavam naquele ambiente soubessem da nossa 'relação', cadê a PORCARIA do respeito?
Cara, na moral, na minha opinião, não faz realmente a menor diferença o que você faz do seu pinto ou não. Enfiá-lo no lixo é opção sua, mas puts... Me pediu que calasse diante dos elogios que eu fazia em relação a ele e ainda quer agir como se restasse alguma dignidade na alma, SUPONDO que eu estava apaixonada e que o que eu sinto é RECALQUE? Meu caro, obviamente não me conhece. O que sinto é repulsa... Indiferença... Já havia lido na sua testa o que poderia esperar do seu cárater, mas há sempre aquela ponta de 'nossa, pode ser que dê'. Não, não dá.
Segundo acontecimento, esse eu realmente espero que enfie o pinto no lixo e espera crescer um cogumelo colorido. AMÉM!
Após quatro meses de recalque, barra, luto, barra, vadiante, barra, sem vergonha; eu resolvi me declarar e tentar reerguer o que eu queria do meu relacionamento de três anos e o que ouvi? Toma aí:
- Ana, nós não damos certo. Você sabe disso. Não vou mudar, não quero mudar. Não quero mais ficar com você. Você não gosta dos meus amigos. Quero cuidar de mim, gosto de estar sozinho.
Resumindo as doces facadas que levei no peito enquanto as lágrimas desciam fervendo já que eu havia mudado de uma forma tremenda em tão pouco tempo e ele não... E por que você ainda lastima uma relação dessas? Porque recalque é vendido a preço de banana nesse mundo. Fui criada pelo recalque e amamentada pelo caos! Que Deus me ajude.
Então, sou obrigada a saber pela boca dos outros (óbvio!) que ele está bem e feliz, ficando com uma colega de trabalho e que não sente minha falta... E o que dói? Dói perceber que eu ainda me recalquei por isso... Dói perceber que eu vadiei tentando esquecer isso! Meu corpo e minha mente, meu maior templo, eu deixei ser violado pela banalidade da puta vida boêmia, por RECALQUE? Meu Budda! Me auxilie, por que o que eu sinto é revolta por ter me deixado cegar por situações ridículas, pessoas ridículas... Felizmente, não caio no conto de ninguém, tem que ter garra para me derrubar! Mas puts, FOI POR POUCO! Dessa vez, foi por pouquissimo, que não faço uma burrada e tento reatar uma droga de amor lixo que não me auxiliava mais em nada...
E para concluir, que fulaninho e ex sejam felizes... Mas felizes, onde? Na casa do caralho. Esse é o nome do buteco onde eu armazeno a minha maior indiferença. E peço mais uma coisa, mandem um beijo e um abraço ao meu querido pai que deve estar embriagado - como na minha infância; dizendo como eu não ligo ou não me importo com ele - como na adolescência; e por fim sem mais nada a dizer sobre mim já que agora a única relação que temos é a indiferença e o desapego.
Espero que realmente saibam a situação que deixaram tudo, não pensem por um momento que algum dia lhes darei a OPORTUNIDADE de corrigir isso... Vacilar comigo é só uma vez. Claro, vocês foram perdoados, de fato. Mas não por vocês e sim por mim. Apenas! E por isso mesmo, nunca mais terão a chance de me frustrar...
Beijos e boa noite, blog. Agora eu irei ao meu diário em papel que me aguarda! <3 br="">3>
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
You don't know my mind.
"Baby, you don't know my mind.
When you see me laughing, laughing just to keep from crying."
E então eu me dei conta de quão AWEEEESOME eu posso ser sem nem mesmo perceber...
Quando sinto um arrepio ao ver que a nota alcançou um sustenido de forma bizarro ou que um acorde menor foi logo para o diminuto oscilando entre uma maior... Eu amo minha sensibilidade, foda-se.
Claro, também notei que tenho superestimado o amor e que por fim, nunca amei...
Por que tantas reticências, vida? POR QUÊ?! Não sei se é pior interrogações, exclamações ou virgulas, mas realmente... RETICÊNCIAS... Me kill!
Estou bem, só ando ouvindo muito Hugh Laurie e o tempo que eu gasto estando apaixonadamente looooooouca por ele tem consumido muita energia, c'est la vie. Je t'aime! <3 p="">Enfim, por hoje é só... Beijos... Até... Call me later, bitch... 3>
When you see me laughing, laughing just to keep from crying."
E então eu me dei conta de quão AWEEEESOME eu posso ser sem nem mesmo perceber...
Quando sinto um arrepio ao ver que a nota alcançou um sustenido de forma bizarro ou que um acorde menor foi logo para o diminuto oscilando entre uma maior... Eu amo minha sensibilidade, foda-se.
Claro, também notei que tenho superestimado o amor e que por fim, nunca amei...
Por que tantas reticências, vida? POR QUÊ?! Não sei se é pior interrogações, exclamações ou virgulas, mas realmente... RETICÊNCIAS... Me kill!
Estou bem, só ando ouvindo muito Hugh Laurie e o tempo que eu gasto estando apaixonadamente looooooouca por ele tem consumido muita energia, c'est la vie. Je t'aime! <3 p="">Enfim, por hoje é só... Beijos... Até... Call me later, bitch... 3>
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Don't worry, be happy!
"In every life we have some trouble. When you worry, you make it double. Don't worry, be happy!" e foi exatamente como uma tomada.
E então eu notei novamente, pela bilionésima vez, que realmente tudo é incrivelmente lindo de uma forma bem simples. Ah, como é bom limpar os pulmões com uma nova manada de moléculas frescas e descarregadas dos sentimentos que eu andava carregando...
Sabe de uma coisa? Be happy! Andei questionando tanto meu potencial quanto a minha capacidade de ser alguém e acabei me esquecendo que eu já sou e que potencial até mesmo a mais pequenina e mais frágil das pedras, possui para algo!
"PUTS GRILA" como diria uma velha amiga que me ensinou muito sobre quem eu sou e quem dera ela ainda estivesse por perto... E então, me toquei de mais uma coisa! Nada é permanente, tudo é inconstante, tudo perece, as pessoas mudam, vidas seguem em frente, livros são substituídos e músicas regravadas! Cara, quem disse que isso é ruim? Se não nos renovássemos a cada momento, seriamos superados pela mais malévola célula cancerígena que derrotaria nosso sistema não-atualizado, e assim as atualizações do Windows fizeram sentido! hahaha
"I wanna love you and treat you right! Every day and every night. Is this love that I'm feeling?" e pela primeira vez eu me dei conta de que não é um sentimento intenso e sim um turbilhão de sentimentos desregulados buscando qualquer objeto fixo para se anexar. Cara, como é bom me dar conta de que isso na barriga não são borboletas anunciando uma nova paixão e sim um buraco cheio de sentimentos a mil esperando amar a tudo e todos que queiram isso. Eu me enganei em achar que precisava estar com alguém para conseguir ser completa. Um erro comum depois de sair de grandes expectativas e dedicações dentro de um relacionamento...
"No woman, don't cry!" - que que há, velhinho? Notei que realmente, cada sentimento é muito importante! A tristeza me ensinou a chorar e chorando eu lavei a alma em relação a frustração, já frustrada eu senti raiva e com raiva eu falei exatamente o que eu queria sem papas na língua; senti remorso e assim eu pude me sentir indulgente, com a indulgência aprendi que adoro as pessoas e com a adoração eu senti uma grande admiração por amizades, com amizades conheci tantos sentimentos: desinteresse, apego, desfeita, pouco caso, carinho, atenção, mazelo e por fim, aquilo que nós tanto sexualizamos e esperamos que nos deem algo em troca quando sentimos: LOVE! Ah, realmente independe de tempo e é melhor explicado por afinidade e intensidade. No fim, somos todos assim, amigavelmente defeituosos e amorosamente necessitados! E é por isso, que tudo é tão interessante...
Posso até não fazer sentido, mas para explicar melhor, hoje... Pela bilionésima vez, sentido como a primeira vez (sempre), eu notei uma coisa (novamente): "Ah, como a vida é bela e simples. Sou extremamente livre para sentir e conquistar tudo, porque deveria dar preferencia aos maus pensamentos, maus sentimentos, carência e necessidade de posse?"
Viver e não ter a vergonha de ser feliz. No que implica a felicidade? Viver sem medo de errar, aprendendo diariamente e se renovando a qualquer momento, aprender sobre a vida com a mais fria e escassa gota dessa chuvinha de verão... C'est la vie! Exatamente o que você faz dela.
Quem controla sua vida não é um cara sentado em uma nuvem com 349540695685 olhos vidrados olhando o que você faz nas 24h do seu dia e sim você! Você dita o que você é e o que você pode prover a essa sociedade que é tão criticada e tão pouco ajudada...
E então eu notei novamente, pela bilionésima vez, que realmente tudo é incrivelmente lindo de uma forma bem simples. Ah, como é bom limpar os pulmões com uma nova manada de moléculas frescas e descarregadas dos sentimentos que eu andava carregando...
Sabe de uma coisa? Be happy! Andei questionando tanto meu potencial quanto a minha capacidade de ser alguém e acabei me esquecendo que eu já sou e que potencial até mesmo a mais pequenina e mais frágil das pedras, possui para algo!
"PUTS GRILA" como diria uma velha amiga que me ensinou muito sobre quem eu sou e quem dera ela ainda estivesse por perto... E então, me toquei de mais uma coisa! Nada é permanente, tudo é inconstante, tudo perece, as pessoas mudam, vidas seguem em frente, livros são substituídos e músicas regravadas! Cara, quem disse que isso é ruim? Se não nos renovássemos a cada momento, seriamos superados pela mais malévola célula cancerígena que derrotaria nosso sistema não-atualizado, e assim as atualizações do Windows fizeram sentido! hahaha
"I wanna love you and treat you right! Every day and every night. Is this love that I'm feeling?" e pela primeira vez eu me dei conta de que não é um sentimento intenso e sim um turbilhão de sentimentos desregulados buscando qualquer objeto fixo para se anexar. Cara, como é bom me dar conta de que isso na barriga não são borboletas anunciando uma nova paixão e sim um buraco cheio de sentimentos a mil esperando amar a tudo e todos que queiram isso. Eu me enganei em achar que precisava estar com alguém para conseguir ser completa. Um erro comum depois de sair de grandes expectativas e dedicações dentro de um relacionamento...
"No woman, don't cry!" - que que há, velhinho? Notei que realmente, cada sentimento é muito importante! A tristeza me ensinou a chorar e chorando eu lavei a alma em relação a frustração, já frustrada eu senti raiva e com raiva eu falei exatamente o que eu queria sem papas na língua; senti remorso e assim eu pude me sentir indulgente, com a indulgência aprendi que adoro as pessoas e com a adoração eu senti uma grande admiração por amizades, com amizades conheci tantos sentimentos: desinteresse, apego, desfeita, pouco caso, carinho, atenção, mazelo e por fim, aquilo que nós tanto sexualizamos e esperamos que nos deem algo em troca quando sentimos: LOVE! Ah, realmente independe de tempo e é melhor explicado por afinidade e intensidade. No fim, somos todos assim, amigavelmente defeituosos e amorosamente necessitados! E é por isso, que tudo é tão interessante...
Posso até não fazer sentido, mas para explicar melhor, hoje... Pela bilionésima vez, sentido como a primeira vez (sempre), eu notei uma coisa (novamente): "Ah, como a vida é bela e simples. Sou extremamente livre para sentir e conquistar tudo, porque deveria dar preferencia aos maus pensamentos, maus sentimentos, carência e necessidade de posse?"
Viver e não ter a vergonha de ser feliz. No que implica a felicidade? Viver sem medo de errar, aprendendo diariamente e se renovando a qualquer momento, aprender sobre a vida com a mais fria e escassa gota dessa chuvinha de verão... C'est la vie! Exatamente o que você faz dela.
Quem controla sua vida não é um cara sentado em uma nuvem com 349540695685 olhos vidrados olhando o que você faz nas 24h do seu dia e sim você! Você dita o que você é e o que você pode prover a essa sociedade que é tão criticada e tão pouco ajudada...
sábado, 26 de janeiro de 2013
Minha idolatrada ilusão / fantasia.
São exatamente 05:39h da matina de mais um dia após decepções e frustrações...
Ana Blancato, força e precisão - como me definiria nos dias comuns em que me sinto bem o suficiente para compreender a simplicidade de ser quem sou.
Eu me levanto pelas manhãs, coloco meus fones de ouvido e ouço repetidamente aquela música que se tornou marcante desde a última vez que me atualizei, começo a ilusionar e fantasiar com as pessoas que ultimamente têm me feito sentir bem, reflito sobre como tudo poderia prosseguir e na minha mente, o caos!
O caos está sob controle, ele está agora ao meu lado... Dançando a mais bela canção da Kimbra: 'Love is a two way street. And I think I'm ready to let you get under my skin, I can't make you fall for me; love is a two way street...'; mas o caos ele não tem descanso como meu mais nobre e leal companheiro, ele sempre me acompanha. Talvez porque eu o clame mentalmente em demasia, mas que se foda! O caos é o meu verdadeiro amor...
Então eu sigo para o banheiro para tomar meu banho de água fria com o box aberto - já que não é uma simples paranoia, mas um terror; o verdadeiro medo de algo terrível me acontecer enquanto estou lá. Saio do meu banho, aquele templo imaginário e úmido onde coloco minhas idéias para funcionar e mais uma vez, cá estou eu...
Fantasiando com meus fones de ouvido e dessa vez estou com Erin: 'Oh dear, what can I say? Love, what do you say? How do I slow down? I'm running down empty. Lovesick mistake... Tell me a way.' e me pego questionando porque mesmo eu não deixei aquela lamina fria percorrer minha jugular e destruir de vez tudo aquilo que tanto me aflige e me lembro que é tudo pelo medo de perder a funcionalidade dos tendões e assim me privar para sempre da única coisa que me traz alegria: música... E sendo assim, cá estou eu fantasiando novamente mas dessa vez estou com Fiona: 'I'm good at being unconfortable so I can't stop changing all the time. If there was a better way to go then it would find me. Be kind to me or treat me mean. I'll make the most of it, I am an extroardinary machine!' e então começo a me questionar como mesmo eu consigo me esquecer do quão incrível e extraordinária eu sou! E enquanto eu encaro a minha face, intrigada com minhas marcas de acne de um passado irritante, começo a me movimentar de maneira aloprada e sem o menor gingado, pois de uma coisa sempre estive certa: não me importo com o que pareço ser ou com a maneira que as pessoas enxergam o que eu faço. Enquanto eu danço assistindo o meu reflexo na janela do meu quarto, eu avisto meu violão e é hora de tocar aquilo que me acalma, John: 'Gravity, is working against me. Gravity, wants to bring me down. I never know what makes this man, with all the love that his heart can stand. Gravity, stay the hell away from me. Gravity, just keep me where the light is!' e eu me lembro exatamente das íris caramelizadas e hipnotizantes que me apresentaram essa música há exatamente um ano.
Resolvo que é hora de arrumar para trabalhar e eu pego aquela blusa xadrez que eu peguei do ex escondida porque eu sabia que tinha o cheiro dele e que seria tudo que poderia conseguir dele daqui para frente - além do mais, em dias de bom humor ele não presta e nos dias de caos eu é que não posso ser suficiente; e eu afundo minhas narinas na blusa enquanto alucino ouvindo The Distillers: 'AND I AM HOLDING ON! AND I AM HOLDING ON! I've come to realize you're the only thing I want. I'm falling all the way!'.
Pego meu celular e existem inúmeras mensagens: amigos, pretendentes, pretendentes que eu não quero, melhores amigos... Ah, e então me aperta o coração lembrar o quão confusa me sinto. Mas sabe de uma coisa? Quero mais é que se foda! Não me lembro porque exatamente pensei por alguns segundos que devia qualquer satisfação para 'n' deles. Aperto meus indicadores contra meus fones de ouvido e começo a alucinar com Regina: 'I hear in my mind all of these voices, all of these words, all of these music and it breaks my heart.. Hear a- a- ar- ar- t! Kiss me so sweet and so soft....' e eu me lembro daquela cena de beijos entre Veronica Mars e Logan Echols que me fez deixar lágrimas rolarem de pura satisfação em perceber que mesmo a Veronica tendo saído do caos, o que mais valia a pena eram os bons momentos...
Percebo que saiu mais um episódio de 'How I Met Your Mother' e me sinto só, sinto falta da companhia do meu caro ex que sempre me acompanhava nos seriados e nas gargalhadas. Não satisfeita, é hora de ouvir algo que me lembre ele, no entanto, tudo me lembra ele... Pretendo esquecê-lo e me convenço disso, mas eu preciso alucinar cenas griladas e agressivas ao som de Adele: 'She, she ain't real. She ain't gonna be able to love you like I will. She is a stranger, you and I have history and don't you remember... RUMOUR HAS IT!' e que se foda, porque eu me dou conta que apesar das minhas esperanças infantis e toda minha indulgência em relação a nós, não nos aproximará e não tapará o buraco que foi criado aqui. E então, as músicas devem parar porque eu me dou conta que chega de ilusões por hoje! Deixe o restante para amanhã...
Ana Blancato, força e precisão - como me definiria nos dias comuns em que me sinto bem o suficiente para compreender a simplicidade de ser quem sou.
Eu me levanto pelas manhãs, coloco meus fones de ouvido e ouço repetidamente aquela música que se tornou marcante desde a última vez que me atualizei, começo a ilusionar e fantasiar com as pessoas que ultimamente têm me feito sentir bem, reflito sobre como tudo poderia prosseguir e na minha mente, o caos!
O caos está sob controle, ele está agora ao meu lado... Dançando a mais bela canção da Kimbra: 'Love is a two way street. And I think I'm ready to let you get under my skin, I can't make you fall for me; love is a two way street...'; mas o caos ele não tem descanso como meu mais nobre e leal companheiro, ele sempre me acompanha. Talvez porque eu o clame mentalmente em demasia, mas que se foda! O caos é o meu verdadeiro amor...
Então eu sigo para o banheiro para tomar meu banho de água fria com o box aberto - já que não é uma simples paranoia, mas um terror; o verdadeiro medo de algo terrível me acontecer enquanto estou lá. Saio do meu banho, aquele templo imaginário e úmido onde coloco minhas idéias para funcionar e mais uma vez, cá estou eu...
Fantasiando com meus fones de ouvido e dessa vez estou com Erin: 'Oh dear, what can I say? Love, what do you say? How do I slow down? I'm running down empty. Lovesick mistake... Tell me a way.' e me pego questionando porque mesmo eu não deixei aquela lamina fria percorrer minha jugular e destruir de vez tudo aquilo que tanto me aflige e me lembro que é tudo pelo medo de perder a funcionalidade dos tendões e assim me privar para sempre da única coisa que me traz alegria: música... E sendo assim, cá estou eu fantasiando novamente mas dessa vez estou com Fiona: 'I'm good at being unconfortable so I can't stop changing all the time. If there was a better way to go then it would find me. Be kind to me or treat me mean. I'll make the most of it, I am an extroardinary machine!' e então começo a me questionar como mesmo eu consigo me esquecer do quão incrível e extraordinária eu sou! E enquanto eu encaro a minha face, intrigada com minhas marcas de acne de um passado irritante, começo a me movimentar de maneira aloprada e sem o menor gingado, pois de uma coisa sempre estive certa: não me importo com o que pareço ser ou com a maneira que as pessoas enxergam o que eu faço. Enquanto eu danço assistindo o meu reflexo na janela do meu quarto, eu avisto meu violão e é hora de tocar aquilo que me acalma, John: 'Gravity, is working against me. Gravity, wants to bring me down. I never know what makes this man, with all the love that his heart can stand. Gravity, stay the hell away from me. Gravity, just keep me where the light is!' e eu me lembro exatamente das íris caramelizadas e hipnotizantes que me apresentaram essa música há exatamente um ano.
Resolvo que é hora de arrumar para trabalhar e eu pego aquela blusa xadrez que eu peguei do ex escondida porque eu sabia que tinha o cheiro dele e que seria tudo que poderia conseguir dele daqui para frente - além do mais, em dias de bom humor ele não presta e nos dias de caos eu é que não posso ser suficiente; e eu afundo minhas narinas na blusa enquanto alucino ouvindo The Distillers: 'AND I AM HOLDING ON! AND I AM HOLDING ON! I've come to realize you're the only thing I want. I'm falling all the way!'.
Pego meu celular e existem inúmeras mensagens: amigos, pretendentes, pretendentes que eu não quero, melhores amigos... Ah, e então me aperta o coração lembrar o quão confusa me sinto. Mas sabe de uma coisa? Quero mais é que se foda! Não me lembro porque exatamente pensei por alguns segundos que devia qualquer satisfação para 'n' deles. Aperto meus indicadores contra meus fones de ouvido e começo a alucinar com Regina: 'I hear in my mind all of these voices, all of these words, all of these music and it breaks my heart.. Hear a- a- ar- ar- t! Kiss me so sweet and so soft....' e eu me lembro daquela cena de beijos entre Veronica Mars e Logan Echols que me fez deixar lágrimas rolarem de pura satisfação em perceber que mesmo a Veronica tendo saído do caos, o que mais valia a pena eram os bons momentos...
Percebo que saiu mais um episódio de 'How I Met Your Mother' e me sinto só, sinto falta da companhia do meu caro ex que sempre me acompanhava nos seriados e nas gargalhadas. Não satisfeita, é hora de ouvir algo que me lembre ele, no entanto, tudo me lembra ele... Pretendo esquecê-lo e me convenço disso, mas eu preciso alucinar cenas griladas e agressivas ao som de Adele: 'She, she ain't real. She ain't gonna be able to love you like I will. She is a stranger, you and I have history and don't you remember... RUMOUR HAS IT!' e que se foda, porque eu me dou conta que apesar das minhas esperanças infantis e toda minha indulgência em relação a nós, não nos aproximará e não tapará o buraco que foi criado aqui. E então, as músicas devem parar porque eu me dou conta que chega de ilusões por hoje! Deixe o restante para amanhã...
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Life, my deer...
So there you are... Another brick in my wall... Another fingerprint in my glasses...
With your bitter face staring at me like I'm some kind of favorite pie of yours!
Bitch, you should just choose: love me or hate me, it's simple. It's easy, just like you.
Life, grow up! No one is laughing at your stupid jokes about how miserable you can be. GET A JOB!
I envy how stupid you can be even when you are trying so hard not to.
If I may choose a word to describe you, it would be 'stucked'.
You are always trying so hard to take me down with you ...
But Life, my dear... Stop trying to turn my life into hell and celebrate with me your ridiculous existance. Be less like you!
Once in hell, embrace the devil! XoXo
With your bitter face staring at me like I'm some kind of favorite pie of yours!
Bitch, you should just choose: love me or hate me, it's simple. It's easy, just like you.
Life, grow up! No one is laughing at your stupid jokes about how miserable you can be. GET A JOB!
I envy how stupid you can be even when you are trying so hard not to.
If I may choose a word to describe you, it would be 'stucked'.
You are always trying so hard to take me down with you ...
But Life, my dear... Stop trying to turn my life into hell and celebrate with me your ridiculous existance. Be less like you!
Once in hell, embrace the devil! XoXo
domingo, 13 de janeiro de 2013
XIII!
Nada melhor que começar o ano de 2013 com uma postagem no dia 13 do primeiro mês... Isso, claro, se você for uma pessoa supersticiosa!
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