sábado, 15 de dezembro de 2012

Cry, bitch! cry...

  Então eu percebi que acabou!
 - ACABOU?! ASSIM?! MAS... COMO?! - e se a minha loucura falasse por si, ela se auto-denominaria Natasha, the weird. 
  Não sei ao certo como cheguei a tal conclusão, percebi que acabou e que não tem volta não.
  Acabou respeito, acabou desejo, acabou interesse em estar interessada.
  Sinto falta de sentir calor, de sentir meu coração acelerar estupidamente a ponto de fazer meus olhos saltarem incontrolavelmente para o lado onde o meu grande amor se encontra; enquanto minhas mãos suam tanto que penso que minhas falanges poderiam escorregar e cair no chão...
  Sinto necessidade de ser eu, sinto necessidade de ser minha, apenas. Sempre minha, apenas minha, como fui há muito tempo atrás.
  Quem me amou, não cuidou. Me deixou cair como uma boneca de porcelana, frágil e delicada; me quebrou...
  Não sou do tipo que lamenta amor, mas eu realmente pensei que era verdade... Ah, se eu pudesse voltar a ser quem era antes de ter sido quebrada por um perecível amor.
  Cry, bitch! CRY! Nops, thanks. I don't wanna cry no more.
  E eu decidi isso, foda-se. Foda-se a necessidade de ser alguém de alguém, foda-se a necessidade de dormir de conchinha, foda-se a felicidade de ser chamada de 'amor', foda-se o sexo fixo e aquele carinho repetitivo porque ele sabe bem onde me fazer pedir arrego... Foda-se ele! Foda-se o amor! Foda-se tudo. Sou vadia.
  E um mês se foi com o término... Percebi pelo ciclo menstrual, que hoje já nem me preocupa se atrasa.

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