terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Don't worry, be happy!

  "In every life we have some trouble. When you worry, you make it double. Don't worry, be happy!" e foi exatamente como uma tomada.
  E então eu notei novamente, pela bilionésima vez, que realmente tudo é incrivelmente lindo de uma forma bem simples. Ah, como é bom limpar os pulmões com uma nova manada de moléculas frescas e descarregadas dos sentimentos que eu andava carregando...
  Sabe de uma coisa? Be happy! Andei questionando tanto meu potencial quanto a minha capacidade de ser alguém e acabei me esquecendo que eu já sou e que potencial até mesmo a mais pequenina e mais frágil das pedras, possui para algo!
  "PUTS GRILA" como diria uma velha amiga que me ensinou muito sobre quem eu sou e quem dera ela ainda estivesse por perto... E então, me toquei de mais uma coisa! Nada é permanente, tudo é inconstante, tudo perece, as pessoas mudam, vidas seguem em frente, livros são substituídos e músicas regravadas! Cara, quem disse que isso é ruim? Se não nos renovássemos a cada momento, seriamos superados pela mais malévola célula cancerígena que derrotaria nosso sistema não-atualizado, e assim as atualizações do Windows fizeram sentido! hahaha
  "I wanna love you and treat you right! Every day and every night. Is this love that I'm feeling?" e pela primeira vez eu me dei conta de que não é um sentimento intenso e sim um turbilhão de sentimentos desregulados buscando qualquer objeto fixo para se anexar. Cara, como é bom me dar conta de que isso na barriga não são borboletas anunciando uma nova paixão e sim um buraco cheio de sentimentos a mil esperando amar a tudo e todos que queiram isso. Eu me enganei em achar que precisava estar com alguém para conseguir ser completa. Um erro comum depois de sair de grandes expectativas e dedicações dentro de um relacionamento...
  "No woman, don't cry!" - que que há, velhinho? Notei que realmente, cada sentimento é muito importante! A tristeza me ensinou a chorar e chorando eu lavei a alma em relação a frustração, já frustrada eu senti raiva e com raiva eu falei exatamente o que eu queria sem papas na língua; senti remorso e assim eu pude me sentir indulgente, com a indulgência aprendi que adoro as pessoas e com a adoração eu senti uma grande admiração por amizades, com amizades conheci tantos sentimentos: desinteresse, apego, desfeita, pouco caso, carinho, atenção, mazelo e por fim, aquilo que nós tanto sexualizamos e esperamos que nos deem algo em troca quando sentimos: LOVE! Ah, realmente independe de tempo e é melhor explicado por afinidade e intensidade. No fim, somos todos assim, amigavelmente defeituosos e amorosamente necessitados! E é por isso, que tudo é tão interessante...
  Posso até não fazer sentido, mas para explicar melhor, hoje... Pela bilionésima vez, sentido como a primeira vez (sempre), eu notei uma coisa (novamente): "Ah, como a vida é bela e simples. Sou extremamente livre para sentir e conquistar tudo, porque deveria dar preferencia aos maus pensamentos, maus sentimentos, carência e necessidade de posse?"
  Viver e não ter a vergonha de ser feliz. No que implica a felicidade? Viver sem medo de errar, aprendendo diariamente e se renovando a qualquer momento, aprender sobre a vida com a mais fria e escassa gota dessa chuvinha de verão... C'est la vie! Exatamente o que você faz dela.
  Quem controla sua vida não é um cara sentado em uma nuvem com 349540695685 olhos vidrados olhando o que você faz nas 24h do seu dia e sim você! Você dita o que você é e o que você pode prover a essa sociedade que é tão criticada e tão pouco ajudada... 

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