segunda-feira, 7 de outubro de 2013

When I was a broken soul... Still.

"I don't wanna hurt you. I don't wanna make you sway."

  As cortinas se fecharam quando a peça terminou mas continuo sentada esperando por um final diferente. Would you lay with me and just forget the world?
  Those three words, she said too much and it's not enough...
  Diante de coisas muitos ruins, volto a cair de amores pelas coisas que são ruins. É aquela descrença de que realmente exista algo bom.
  Eu simplesmente odeio ser surpreendida pelos meus personagens preferidos! Eu odeio aquela expectativa - que eu tento evitar com todas as forças; que nunca auxilia ou acrescente, simplesmente destrói quando nada segue da forma que eu quero.
  Eu continuo viciada em Veronica Mars. Eu continuo com minhas neuroses e os pensamentos ruins voltaram em uma tentativa de deter o sentimento de incompletude.
  Minha auto análise anda falhada e meu senso crítico intenso. Tudo me irrita, machuca e desaponta.
  Diante da solidão, qualquer companhia parece boa o suficiente.
  Eu odeio o mundo! E o meu drama! E o fato de não mais senti-lo como um sentimento mas sim como uma idiossincrasia. Eu odeio me expressar além do que pulsa dentro da minha mente.
  Eu odeio quando o papel higiênico está do lado errado. Eu odeio quando usam o meu sabonete para acne nas mãos. Eu odeio quando compro condicionador achando que é shampoo. Eu odeio que mexam na minha bagunça; principalmente a psíquica. Eu odeio perder os meus foninhos de ouvido e ainda mais quando um dos lados para de funcionar. Eu odeio quando fazem críticas a maneira que a Tati escreve! Eu odeio quando a Fernanda Young demora para escrever algo - sim, tenho odiado bastante. Eu odeio escrever mais do que 10 coisas que eu odeio - o clichê me fascina!
  Eu queria romance... Sim, eu sou uma feminista-porra-louca-grossa-ogra-sem-educação-que-fala-grosso-e-não-se-importa; mas antes de ser isso tudo, eu ainda sou a retardada de 19 anos que não consegue chorar com sua vida mas se derrete em "Ps. Eu te amo". [...] E não relacionamento!
  Como eu sempre disse, eu sou apaixonada no "pré-amor". Aquela troca de olhares que você pensa que é algo super não recíproco e foi um mero acaso os olhos dele passarem pelos seus. Quando você menos espera, ele vem em sua direção com aquele sorriso de quem pode sofrer de stalkismo como você. Suas mãos suam e você sente um pigarro na garganta que desce para barriga e abre os casulos de várias borboletas desengonçadas como você.
  São sintomas de pré-amor... E eu não os sinto há muito, muito tempo. Sempre que eu os senti, nunca se tornaram nada recíproco mas eram muito melhores que qualquer rotina que eu possa ter criado em algum relacionamento. É o mistério, a caça, o jogo, o flerte, a paixão e todos aqueles sentimentos que você guarda para si e os sentimentos que você imagina que ele tem; que fazem tudo tão especial no pré-amor.
  Por fim, a solidão me enlouquece mas eu sei que é necessária - então, eu desliguei o celular para me impedir de qualquer ato impensado; já que eu preciso me reencontrar e conseguir estabilizar o meu equilíbrio sem ter ninguém por perto.
  Depois disso, eu posso ter muitos pré-amores que não acabem em frustração (e eu não digo só por mim).
  Segue agora a melhor música ever!


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