E
se, por um breve momento, eu não existisse? Se todas as pessoas que me
amam e as pessoas que eu convivo nunca tivessem me conhecido? E se nunca
tivessem ouvido minha voz? Quem estaria preenchendo a minha lacuna
vitalícia? Não sei dizer se faria diferença diante a subestimada
substituição de seres… Reciclagem natural, eu te proclamo.
Quão insignificante é a existência de cada indivíduo? Quão fajuto é o sentimento urdido à perniciosidade? Alguém, de fato, tem resposta para algo?
Como preencher o vazio causado por fatores que eu não consigo enxergar por ser mais uma cega em auto análise e uma flagelante amadora?
Como evitar aquela ânsia de vômito depois de conseguir algo que eu tanto queria? Saí podando o desejo até moldá-lo exatamente como eu pretendia… Ilusão! Doce Ilusão, como fazê-la continuar interessante após sua concretização? Dê-me sua receita, maldita.
Os lençóis cheiram à invenção amorosa concretizada mas as narinas reconhecem como desprezo. A boca sente o amargo gosto de arrependimento e a mente flagela em busca de um meio que possa reverter a situação; como sempre.
Hoje, já não importa se seu interesse existe ou se surgirá. Sua presença só iria me contrariar. Talvez você também não se importe e ambos caminharemos em direções opostas sem sequer dar valor a concretização do meu amor idealizado… Mas, talvez, quando você finalmente pôde compreender que poderíamos dar certo; acabou. Acabou a graça, acabaram-se os tempos de “Heart is all gone” - que eu nunca soube, de verdade, se era por você ou pelo Tom; você acabou. Houve uma votação no final de semana e você deve se retirar do campo de batalha. A minha batalha louca e incansável precisa de um novo oponente enquanto eu não conseguir assimilar o amor como algo inofensivo e caloroso. Love is a competition, bitch. Deal with it!
Quão insignificante é a existência de cada indivíduo? Quão fajuto é o sentimento urdido à perniciosidade? Alguém, de fato, tem resposta para algo?
Como preencher o vazio causado por fatores que eu não consigo enxergar por ser mais uma cega em auto análise e uma flagelante amadora?
Como evitar aquela ânsia de vômito depois de conseguir algo que eu tanto queria? Saí podando o desejo até moldá-lo exatamente como eu pretendia… Ilusão! Doce Ilusão, como fazê-la continuar interessante após sua concretização? Dê-me sua receita, maldita.
Os lençóis cheiram à invenção amorosa concretizada mas as narinas reconhecem como desprezo. A boca sente o amargo gosto de arrependimento e a mente flagela em busca de um meio que possa reverter a situação; como sempre.
Hoje, já não importa se seu interesse existe ou se surgirá. Sua presença só iria me contrariar. Talvez você também não se importe e ambos caminharemos em direções opostas sem sequer dar valor a concretização do meu amor idealizado… Mas, talvez, quando você finalmente pôde compreender que poderíamos dar certo; acabou. Acabou a graça, acabaram-se os tempos de “Heart is all gone” - que eu nunca soube, de verdade, se era por você ou pelo Tom; você acabou. Houve uma votação no final de semana e você deve se retirar do campo de batalha. A minha batalha louca e incansável precisa de um novo oponente enquanto eu não conseguir assimilar o amor como algo inofensivo e caloroso. Love is a competition, bitch. Deal with it!
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