A
diligência em cada vez que encaro o céu: criar uma nova ilusão de
liberdade. E aquela frase correndo pelo que me resta de sanidade: “Quem
governa a Analândia?”; maldição!
A auto destruição vem desmedida: aos poucos e por pouco. Flagelação se tornou placebo e as minhas obsessões, pilares destruídos de um reinado derrotado. Os amores podem ter sido de mentira, mas eu nunca menti assim.
Mas e quem governa a Analândia? As personagens vestiram suas fantasias e embelezaram suas máscaras: “Próximo à entrar em cena!” - gritou aquele louco com um headphone e uma prancheta na mão escondido atrás das cortinas.
"Ana, a sua vida é um enredo de teatro." - e os atores se posicionaram no meu palco…
O Ódio e o Amor travavam uma batalha com bastonetes: “Cuidado, Amor! A ‘tristeza’ está de olho em você” - gritava o Ódio enquanto sorria de lado e não observava que o pequeno Bom Senso estava logo atrás dele.
A Mágoa havia trapaceado a Coragem e estava mutilando seu corpo fragilizado pela ausência de seu grande amor: a Integridade.
O Medo torturava a Sanidade com suas artimanhas alimentadas pela Maldade. A Crueldade? Havia descido do palco e estava atacando a platéia. Ela nunca se contenta com o papel escalado.
A Força estava controlando a iluminação, tentando encontrar uma brecha para participar do próximo show. Ela estava ocupada demais estando apaixonada pelo Desinteresse. Não sabia que o Desinteresse estava traçando a Bondade. E a Bondade, coitada, fora atacada nos olhos pela Ingenuidade; qualquer um seria suficiente.
Mas e quem governa todos eles? O Passado. O Passado que se faz presente; o Passado que corrompe o Futuro; o Passado que alimenta o Caos - o mascote da turma.
Mas se o nome do Estado é Analândia… Porquê não a Ana? A Ana estava ocupada demais se lamentando pela Infância que chorava no seu canto, questionando onde foi que tudo começou. E a Ana sempre gritando para a Fé: “Apague as luzes. Apague as luzes. Feche essa cortina! Chame a Esperança para encerrar esse show.”; e a Esperança respondia: “Feche os olhos que tudo irá se apagar! Feche os olhos, Ana. A Ilusão irá te resguardar por lá.”
E foi assim que a Ana perdeu o seu governo e não conseguiu mais se livrar da Ilusão. Malditos sejam esses atores… Todos corrompidos pela Ana que não sabia, mas tinha o Controle nas mãos. A Ana sempre se interessou pelo botão vermelho que estava escrito “Ejetar” mas acabou se confundindo (já que a Força perdeu o controle das luzes) e apertou o botão “Auto Destruição”.
A auto destruição vem desmedida: aos poucos e por pouco. Flagelação se tornou placebo e as minhas obsessões, pilares destruídos de um reinado derrotado. Os amores podem ter sido de mentira, mas eu nunca menti assim.
Mas e quem governa a Analândia? As personagens vestiram suas fantasias e embelezaram suas máscaras: “Próximo à entrar em cena!” - gritou aquele louco com um headphone e uma prancheta na mão escondido atrás das cortinas.
"Ana, a sua vida é um enredo de teatro." - e os atores se posicionaram no meu palco…
O Ódio e o Amor travavam uma batalha com bastonetes: “Cuidado, Amor! A ‘tristeza’ está de olho em você” - gritava o Ódio enquanto sorria de lado e não observava que o pequeno Bom Senso estava logo atrás dele.
A Mágoa havia trapaceado a Coragem e estava mutilando seu corpo fragilizado pela ausência de seu grande amor: a Integridade.
O Medo torturava a Sanidade com suas artimanhas alimentadas pela Maldade. A Crueldade? Havia descido do palco e estava atacando a platéia. Ela nunca se contenta com o papel escalado.
A Força estava controlando a iluminação, tentando encontrar uma brecha para participar do próximo show. Ela estava ocupada demais estando apaixonada pelo Desinteresse. Não sabia que o Desinteresse estava traçando a Bondade. E a Bondade, coitada, fora atacada nos olhos pela Ingenuidade; qualquer um seria suficiente.
Mas e quem governa todos eles? O Passado. O Passado que se faz presente; o Passado que corrompe o Futuro; o Passado que alimenta o Caos - o mascote da turma.
Mas se o nome do Estado é Analândia… Porquê não a Ana? A Ana estava ocupada demais se lamentando pela Infância que chorava no seu canto, questionando onde foi que tudo começou. E a Ana sempre gritando para a Fé: “Apague as luzes. Apague as luzes. Feche essa cortina! Chame a Esperança para encerrar esse show.”; e a Esperança respondia: “Feche os olhos que tudo irá se apagar! Feche os olhos, Ana. A Ilusão irá te resguardar por lá.”
E foi assim que a Ana perdeu o seu governo e não conseguiu mais se livrar da Ilusão. Malditos sejam esses atores… Todos corrompidos pela Ana que não sabia, mas tinha o Controle nas mãos. A Ana sempre se interessou pelo botão vermelho que estava escrito “Ejetar” mas acabou se confundindo (já que a Força perdeu o controle das luzes) e apertou o botão “Auto Destruição”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário