A solução é mandingar sobre a desilusão quando ela está com um score 13x0!
Encho o prato com carne de soja; leio alcorões ultrapassados e assimilo à realidade da doutrina contemporânea; escrevo canções ‘extreministas’ e me limito ouvindo músicas assim; ajo em desacordo e admito, faço questão e se não for assim, eu sou mais uma personagem de filme mudo; pretendo revoluções diariamente, ingerindo amargura e evacuando liberdade; eu desejo o caos, mas quando eu digo isso, ninguém compreende que o caos já está aqui - desejo apenas a realidade e a inconstância dela; me perco em contradições e me irrito com pseudo-revolucionários que acham que ouvir rap, pintar o cabelo, fazer tatuagem, furar mais um piercing e ser sem educação é a evolução - ninguém reage, apenas emergem na podridão que tanto odeiam mas não têm a crença da revolução; não sou uma rebelde, como a maioria pensa, eu sou uma idealista - tenho meus direitos previstos na Constituição desde 1988, venha comigo honrar os seus, filho.
Aguardando galera sucumbir, todos sorrindo e desprezando a vontade de chorar. Todos amortizados pelos pecados capitais, indo à igreja aos domingos, tentando amenizar e acreditar que ainda há pelo que rezar, mas sem precisar reagir. Luta é luta, vem à ela quem é forte; o restante, engole calado e se lastima por não conseguir ser como nós.
Quando me vêem, se admiram com a minha personalidade e força na dicção forjada à influência, mas ainda ousam se expressar com elogios como “nunca vi alguém tão linda” e é bom existir uma vírgula definindo que beleza é essa, cara. Eu cuspo revolução e ainda se atrevem a me tratar como alguém à mercê dos padrões ilógicos dessa sociedade. Não é fácil afoitar e seguir em frente, mas eu continuo, porquê me recuso a ser mais uma. Para quem acredita em predisposição nata, eu nasci; e pra quem não, eu recusei o sucrilhos da infância!
Me sexualizaram e objetificaram sem qualquer razão para tal; se ideologia te excita, vai bater uma assistindo o discurso do Martin Luther King e lamente o apartheid enquanto ejacula hipocrisia.
Não ouse elogiar meu corpo, meu cabelo, minha cor e idolatrar meu órgão sexual sem antes digerir a acidez das minhas palavras! Eu não pertenço à cultura do silêncio barra ignorância, não me subestime. Não consigo agradar bitolados que aderem uma subideologia patriarcal e preconceituosa; chega mais, tenho discursos mastigados para cuspir em suas crenças! Depois assisto a corrosão dos seus ideais, enquanto me aproximo cada vez mais dos meus.
Não, cara. Eu não faço psicologia e não ouse dizer que eu deveria deixar o Direito e ser artista porquê o meu talento está na voz. Sim, você tem razão, meu talento está na voz - principalmente, no grito! Se as minorias não têm vozes fortes o suficiente por eles, eu cheguei. Que soe prepotente para quem não se importa, que soe como hino para quem luta, que soe como admiração para quem me entende, que soe como atrevimento para os pseudo-cultos, que soe como qualquer coisa aos ouvidos carcomidos pela sujeira social; eu não quero agradar, eu não quero influenciar, eu quero trazer paz e esperança para quem há muito perdeu.
Grite ‘Basta!’ para quem te discrimina, para quem não reconhece o seu valor, para quem te subestima, para quem te oprime, para quem não se importa com você; grite e chore, mas modifique! Ação é o que falta; reacionários, adpetos e estagnados tem aos montes. O que eu busco ainda não tem nome, mas eu nunca gostei de definições - eu gosto é da parte final e elucidativa da charada!
Eu grito todos os dias, grito para os que querem me ouvir e grito intimidando quem não quer. Grito por revolução!
Encho o prato com carne de soja; leio alcorões ultrapassados e assimilo à realidade da doutrina contemporânea; escrevo canções ‘extreministas’ e me limito ouvindo músicas assim; ajo em desacordo e admito, faço questão e se não for assim, eu sou mais uma personagem de filme mudo; pretendo revoluções diariamente, ingerindo amargura e evacuando liberdade; eu desejo o caos, mas quando eu digo isso, ninguém compreende que o caos já está aqui - desejo apenas a realidade e a inconstância dela; me perco em contradições e me irrito com pseudo-revolucionários que acham que ouvir rap, pintar o cabelo, fazer tatuagem, furar mais um piercing e ser sem educação é a evolução - ninguém reage, apenas emergem na podridão que tanto odeiam mas não têm a crença da revolução; não sou uma rebelde, como a maioria pensa, eu sou uma idealista - tenho meus direitos previstos na Constituição desde 1988, venha comigo honrar os seus, filho.
Aguardando galera sucumbir, todos sorrindo e desprezando a vontade de chorar. Todos amortizados pelos pecados capitais, indo à igreja aos domingos, tentando amenizar e acreditar que ainda há pelo que rezar, mas sem precisar reagir. Luta é luta, vem à ela quem é forte; o restante, engole calado e se lastima por não conseguir ser como nós.
Quando me vêem, se admiram com a minha personalidade e força na dicção forjada à influência, mas ainda ousam se expressar com elogios como “nunca vi alguém tão linda” e é bom existir uma vírgula definindo que beleza é essa, cara. Eu cuspo revolução e ainda se atrevem a me tratar como alguém à mercê dos padrões ilógicos dessa sociedade. Não é fácil afoitar e seguir em frente, mas eu continuo, porquê me recuso a ser mais uma. Para quem acredita em predisposição nata, eu nasci; e pra quem não, eu recusei o sucrilhos da infância!
Me sexualizaram e objetificaram sem qualquer razão para tal; se ideologia te excita, vai bater uma assistindo o discurso do Martin Luther King e lamente o apartheid enquanto ejacula hipocrisia.
Não ouse elogiar meu corpo, meu cabelo, minha cor e idolatrar meu órgão sexual sem antes digerir a acidez das minhas palavras! Eu não pertenço à cultura do silêncio barra ignorância, não me subestime. Não consigo agradar bitolados que aderem uma subideologia patriarcal e preconceituosa; chega mais, tenho discursos mastigados para cuspir em suas crenças! Depois assisto a corrosão dos seus ideais, enquanto me aproximo cada vez mais dos meus.
Não, cara. Eu não faço psicologia e não ouse dizer que eu deveria deixar o Direito e ser artista porquê o meu talento está na voz. Sim, você tem razão, meu talento está na voz - principalmente, no grito! Se as minorias não têm vozes fortes o suficiente por eles, eu cheguei. Que soe prepotente para quem não se importa, que soe como hino para quem luta, que soe como admiração para quem me entende, que soe como atrevimento para os pseudo-cultos, que soe como qualquer coisa aos ouvidos carcomidos pela sujeira social; eu não quero agradar, eu não quero influenciar, eu quero trazer paz e esperança para quem há muito perdeu.
Grite ‘Basta!’ para quem te discrimina, para quem não reconhece o seu valor, para quem te subestima, para quem te oprime, para quem não se importa com você; grite e chore, mas modifique! Ação é o que falta; reacionários, adpetos e estagnados tem aos montes. O que eu busco ainda não tem nome, mas eu nunca gostei de definições - eu gosto é da parte final e elucidativa da charada!
Eu grito todos os dias, grito para os que querem me ouvir e grito intimidando quem não quer. Grito por revolução!
Nenhum comentário:
Postar um comentário