Resisti, mas por pouco tempo. Sucumbi, me
pareceu mais fácil assim. Injetei nas veias a ilusão do amor e as entupi
de estupidez; precisava preencher o vazio com um pouco mais de você -
meu vício.
Se eu te conheço? Nunca fez diferença. Você também não me conhece, assim como todos que já amaram e nunca me conheceram. É ingenuidade pensar que você pode conhecer alguém sendo que sequer se conhece. Ingenuidade eufemizando sua burrice, claro.
Já caminhei inúmeras vezes por essa estrada e já sei exatamente onde pisar até o abismo. O abismo sempre me atraiu. Gosto de sentir os pés balançando entre o chão e o nada enquanto decido, mais uma vez, se caio ou saio.
Modifico a playlist a cada semana, escolho a estampa da sua camiseta e o tênis que você usa, planejo minuciosamente as palavras que você escolhe para me agradar. Você é minha boneca inflável forjada ao relacionamento, te manuseio como bem entendo.
Insisto em te ligar de madrugada dizendo que você não entende o quanto o seu desinteresse me interessa. E o fato de você nem se importar com isso, alimenta a minha maior doença: você!
Aguardo o dia em que o mundo fará você se lembrar de mim. O dia em que ouvir garbage, encontrar feministas, ler contos de poe, ver filmes de terror e estiver namorando alguém que não chega sequer aos meus pés; te fará lastimar o fato de que não pôde me corresponder, pois se tivesse, nunca teria sido tão amável com você.
Se eu te conheço? Nunca fez diferença. Você também não me conhece, assim como todos que já amaram e nunca me conheceram. É ingenuidade pensar que você pode conhecer alguém sendo que sequer se conhece. Ingenuidade eufemizando sua burrice, claro.
Já caminhei inúmeras vezes por essa estrada e já sei exatamente onde pisar até o abismo. O abismo sempre me atraiu. Gosto de sentir os pés balançando entre o chão e o nada enquanto decido, mais uma vez, se caio ou saio.
Modifico a playlist a cada semana, escolho a estampa da sua camiseta e o tênis que você usa, planejo minuciosamente as palavras que você escolhe para me agradar. Você é minha boneca inflável forjada ao relacionamento, te manuseio como bem entendo.
Insisto em te ligar de madrugada dizendo que você não entende o quanto o seu desinteresse me interessa. E o fato de você nem se importar com isso, alimenta a minha maior doença: você!
Aguardo o dia em que o mundo fará você se lembrar de mim. O dia em que ouvir garbage, encontrar feministas, ler contos de poe, ver filmes de terror e estiver namorando alguém que não chega sequer aos meus pés; te fará lastimar o fato de que não pôde me corresponder, pois se tivesse, nunca teria sido tão amável com você.
Nenhum comentário:
Postar um comentário